Diana Fialho e Iúri Mata condenados a 24 e 23 anos de prisão

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Diana Fialho e Iuri Mata estão acusados de assassinar Amélia Fialho em coautoria.

Casal matou professora do Montijo. Presidente do colectivo de juízes considerou que “prova é exuberante” pelo que não houve “qualquer duvida”

 

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O Tribunal de Almada condenou hoje a 24 e 23 anos de prisão, respectivamente, Diana Fialho e Iúri Mata, o casal acusado de matar a mãe adoptiva da arguida, no Montijo, em Setembro de 2018.

Na leitura do acórdão, que decorreu hoje à tarde no Tribunal de Almada, no distrito de Setúbal, o presidente do colectivo de juízes, Nuno Salpico considerou que não houve “qualquer dúvida” na decisão e que a “prova é exuberante”.

Neste sentido, condenou Diana Fialho a 24 anos de prisão por homicídio qualificado e profanação de cadáver, uma pena acrescida em relação ao arguido devido à “frieza” e “desrespeito” mostrado pela mãe adoptiva.

No entanto, como ficou provado que o crime foi cometido em co-autoria, também aplicou uma pena de 23 anos de prisão a Iúri Mata.

Segundo o despacho de acusação do Ministério Público (MP), os arguidos “gizaram um plano para matar Amélia Fialho, de 59 anos, e, ao jantar, colocaram fármacos na bebida da vítima que a puseram a dormir”, tendo depois desferido “vários golpes utilizando um martelo”, que causaram a morte da professora.

Após o homicídio, relata a acusação, os arguidos embrulharam o corpo e colocaram-no na bagageira de um carro, deslocando-se até um terreno agrícola, em Pegões, no Montijo, onde, com recurso a gasolina, “atearam fogo ao cadáver”.

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