Costa destaca medidas para a emancipação económica das jovens famílias e apoio à Educação

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Visita a creche na Moita foi momento para defender o Orçamento de Estado para 2020, que o líder do Governo garante “defende a emancipação das jovens famílias”

De visita à Moita, para inaugurar as novas instalações do Colégio Corte Real, o primeiro-ministro António Costa aproveitou o momento para abordar o facto de o Orçamento de Estado 2020 apresentar um conjunto de emancipação económica das jovens famílias, referindo até uma proposta do PCP para o alargamento da gratuitidade da frequência de creches.

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As referências de António Costa ao Orçamento do Estado para 2020, cuja votação final global está marcada para amanhã, foram feitas no final da cerimónia de inauguração da ampliação das instalações da creche do Colégio Corte Real, na qual estiveram também presentes a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho e o presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, que salientou o “papel fundamental das creches para o país responder a um dos seus maiores desafios”.

Educação gratuita desde o berço

Ao encontro da gratuitidade das creches, António Costa destacou “um de caráter universal com a criação de um complemento creche de 60,00 euros mensais para todas as famílias a partir do segundo filho”. E referiu que, durante o debate na fase especialidade, “foi possível melhorar o Orçamento com uma proposta do PCP, tendo em vista a gratuitidade, a partir de outubro, para todas as famílias (independentemente do número de filhos) que estejam no primeiro escalão das creches, mas também para todas as famílias a partir do segundo filho e que estejam no segundo escalão”.

Ainda em relação ao Orçamento, o primeiro-ministro falou num conjunto de medidas “para aumentar a capacidade económica das jovens famílias”, designadamente em matéria fiscal, emprego e na habitação.

Perante uma plateia de crianças até aos cinco anos, António Costa destacou ainda a negociação na concertação social de um programa para a melhoria da conciliação entre a vida familiar e laboral, visando “ajustar melhor o horário de trabalho face às necessidades das famílias com crianças pequenas”.

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