Sejam bem-vindos ao Instituto Politécnico de Setúbal

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Setúbal hoje deu as boas-vindas a mais de mil novos alunos do Instituto Politécnico, no âmbito da Semana de Acolhimento do IPS, composta por diversas actividades ciom organização da Associação Académica.

 

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A recepção decorreu defronte dos Paços do Concelho, com Maria das Dores Meira, presidente da autarquia, a saudar os alunos com o grito académico “e para os alunos do IPS não vai nada, nada, nada? Tudo!”.

Imbuídos no espírito académico, sentados no chão, como resposta à autarca, a ovação dos alunos, foi geral e propagou-se por toda a Praça de Bocage.

Os caloiros que esta manhã foram recebidos nos Paços do Concelho fizeram a pé o percurso desde o campus do IPS, nas Manteigadas, até à Baixa da cidade. À chegada, os cerca de mil novos estudantes universitários, acompanhados por duzentos veteranos trajados a rigor e com as capas negras, circundaram a estátua de Bocage, para a habitual saudação ao poeta.

No final da cerimónia, veteranos e padrinhos deram a ordem para avançar. Os jovens, envergando alguidares de plástico, capacetes de obra, balões de várias cores e um porta-estandarte, seguiram para um almoço-convívio no Largo José Afonso.

 

Politécnico de Setúbal regista “o melhor ano” em termos de colocações

 

O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) acaba de colocar cerca de 250 novos estudantes, preenchendo na totalidade 22 dos 30 cursos que apresentaram vagas nesta 2ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

Trata-se, segundo o presidente da instituição, Pedro Dominguinhos, do “melhor ano de todos em termos de colocações no Concurso Nacional de Acesso”, se considerarmos os 906 jovens chegados na 1ª fase. Somando ainda as vagas preenchidas nos concursos locais, CTeSP (cursos técnicos superiores profissionais) e mestrados “teremos este ano cerca de 2 400 estudantes a entrar pela primeira vez no IPS”, contabiliza o responsável. “Nunca tivemos tantos novos estudantes”, sublinha.

Analisando mais em detalhe os últimos dados conhecidos, verifica-se um crescimento de 20 % face às vagas ocupadas em 2018, ano em que apenas 16 dos 30 cursos ficaram totalmente preenchidos nesta 2ª fase do CNA.

Globalmente, estes resultados demonstram “a capacidade de atração e a credibilidade que o próprio instituto tem granjeado ao longo dos anos, o que se alicerça no trabalho que é feito pelos docentes e não docentes, mas sobretudo nos diplomados, os nossos maiores embaixadores, pelo reconhecimento que têm no mercado de trabalho”, conclui Pedro Dominguinhos.

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