“Queremos que o Barreiro seja reconhecido como marca nacional do jazz”

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A primeira edição do festival Jazz no Parque é uma organização Câmara Municipal e Escola de Jazz do Barreiro, com divulgação pela Antena 2. Um evento criado para conquistar novos públicos e novos palcos

 

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A primeira edição do festival Jazz no Parque vai decorrer de 28 a 30 de Junho, representando uma aposta do executivo da Câmara Municipal do Barreiro “em diversificar a oferta cultural em espaços de excelência e conquistar novos públicos”, assim o destaca Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

Com este objectivo o executivo da Câmara Municipal do Barreiro trabalhou, ao longo do último ano, na produção de um evento que pretende que seja “um ícone nacional”, tendo como eixos principais: a promoção de cultura do jazz e a vivência do espaço público.

“Sendo a entrada gratuita precisamente no sentido de promover esses eixos”, revela Frederico Rosa.

O autarca destaca que a produção de Jazz no Parque tem como base a actividade da Escola de Jazz do Barreiro, “enquanto grande alavanca deste género musical no concelho e o motivo principal pelo qual há tempo queríamos criar um evento apenas dedicado a este género musical”.

A realização do festival no Parque da Cidade tem ainda como objectivo apostar na captação novos públicos. “Que não se vá apenas par a margem norte de Lisboa para assistir a eventos diferenciados e a margem sul se destaque, cada vez mais, como o palco de eleição para novos festivais e a escolha de um público diferenciado”.

Com a vontade e garra de criar um evento que seja “uma marca de qualidade”. Assim surgiu a ideia de convidar o músico barreirense, Jorge Moniz, cujo trabalho em torno do jazz é reconhecido a nível nacional. “Queremos, sobretudo, que o Barreiro seja reconhecido como uma marca do jazz. E inclusive temos especialistas a elogiar o nosso cartaz para esta primeira edição, cuja aposta nacional e internacional é muito forte”.

Desde já, os barreirenses podem contar com três noites de Verão envolvidas pela música de Mário Laginha, Ricardo Toscano, Bobo Stenson ou Jakob Bro.

 

Barreiro com história de jazz

 

A trajectória da Escola de Jazz do Barreiro, a completar 20 anos, será uma das grandes homenagens na primeira edição do festival. Frederico Rosa revela-se mesmo “entusiasmado”, com o repertório que a Big Band da escola irá apresentar sobre a “história do jazz no Barreiro”.

Um concerto que com cinco convidados especiais, “Beatriz Nunes (voz), Rita Maria (voz), Luís Cunha (trompete), Francisco Andrade (saxofone tenor) e Iuri Gaspar (piano). Vai ter um repertório, “ diria, cem por cento barreirense”.

Frederico Rosa recorda a história deste género musical em terra de José António Batata, nome histórico do jazz em Portugal e os momentos em que jovens talentos se lançaram no palco do B Jazz Café, “como Salvador Sobral, que no início da sua carreira, tocou e cantou para o público barreirense”.

 

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