Cais-Ponte do Portinho ganha mais 30 pontos de amarração

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Medida actualiza capacidade do Portinho para receber agora 70 embarcações

 

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O Portinho da Arrábida conta com mais 30 lugares de amarração. A mudança foi anunciada pela presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, em reunião de Câmara.

“No Portinho da Arrábida estavam 40 postos de amarração agora passam a estar mais 30. Uma medida tomada porque o número de barcos tem vindo a aumentar e é uma forma de manter as coisas as funcionarem bem e com segurança”, revela a autarca, perante as declarações do vereador Fernando Monteiro (PSD), que questionou a razão de cada ponto de amarração, agora, apenas receber uma embarcação.

Ao que a autarca indica, “do ponto de vista da capitânia proibiram as amarrações de até três barcos num só ponto. São questões legais. Agora temos uma embarcação por ponto”, confirma.

 

Segurança do cais será revista pela VALPRAIAS

 

A par dos pontos para receber embarcações, Fernando Monteiro, apontou também outros problemas relacionados com a segurança na ponte-cais do Portinho da Arrábida.

O regulamento para o funcionamento da ponte-cais foi aprovado em Maio e agora está a ser colocado em prática. Contudo os utilizadores questionam a segurança do local. “Da forma como foi construída, a ponte-cais não consegue cumprir os objectivos esperados na largada e tomada de passageiros. Isto porque não é amovível”, refere o vereador.

“Ao ser fixa, quando a maré está cheia, a plataforma fica submersa, quando a maré está vazia fica demasiado elevada em relação à linha da água”, explica.

Perante esta situação Fernando Monteiro considera que, “depois de ficar submersa, com a passagem do tempo, a plataforma vai começar a ter limos e alguns moluscos agarrados”. Uma situação que levará a que o piso fique escorregadio, “podendo ocorrer um acidente”.

Por outro lado, como a plataforma fica demasiado alta em relação à linha da água, “os passageiros vão ter dificuldades em subir ao cais e baixar às embarcações”.

Sobre a possível falta de segurança desta plataforma, Dores Meira aponta, “é uma pena que, quando as coisas estão em discussão pública as pessoas não participem. Depois, apenas na experiência notamos que as coisas que não funcionam tão bem”.

Em avanço sobre possíveis soluções para o futuro, a autarca garante que vais submeter a informação ao grupo de trabalho VALPRAIA. “Neste momento a gerir todo o processo das praias”.

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