PAN quer novo edifício do Hospital de São Bernardo no Orçamento de Estado

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Deputadas do PAN dizem estar preocupadas com casos de violência contra profissionais de saúde

Deputada do PAN esteve no Hospital de Setúbal e não gostou do que viu no serviço de urgências. Afirma que vai exigir verba para construir um novo edifício nesta unidade

 

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A deputada do PAN, Cristina Rodrigues, esteve se visita ao Centro Hospitalar de Setúbal – Hospital de São Bernardo, onde diz ter constatado que o serviço de urgências está num “real estado de ruptura”. Perante este quadro, a eleita pelo Pessoas – Animais – Natureza pelo círculo eleitoral de Setúbal decidiu apresentar uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado 2020 para que seja alocada uma verba destinada à construção do novo edifício desta unidade.

“Neste momento, como podemos verificar, o serviço de urgências opera num local com 1 200 m2, o que é incomportável tendo em conta que para a área de afluência que esta unidade serve são necessários cerca de 3 000 m2, mais do dobro, para que o trabalho dos profissionais seja feito com conforto e segurança”, afirma a deputada Cristina Rodrigues, que se fez acompanhar de Bebiana Cunha, com assento na Comissão de Saúde, nesta visita.

Com o acolhimento da verba proposta pelo PAN no OE 2020, o partido prevê que “o novo edifício hospitalar acolha o serviço de urgências desta unidade hospitalar, assim como os serviços prestados no Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão, flexibilizando a gestão do espaço e aumentando a resposta dos cuidados intensivos e do bloco operatório”.
Nesta legislatura, o PAN tem pela primeira vez assento na Comissão de Saúde e, neste âmbito, tem vindo a levar a cabo uma ronda de visitas aos centros hospitalares do Serviço Nacional de Saúde.

Na visita ao Centro Hospital de Setúbal, o PAN procurou inteirar-se das recentes situações de violência contra profissionais de saúde desta unidade hospitalar, uma situação que o PAN considera “preocupante e que tem vindo a ganhar escala e visibilidade a nível nacional”.

De acordo com dados da Direção-Geral de Saúde, só nos primeiros nove meses de 2019 foram reportados 995 casos, envolvendo vários grupos profissionais. Em 2018, foram comunicados 953 casos, sendo as injúrias o principal tipo de notificação, representando cerca de 80% do total.

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