Autarquia está a desenvolver medidas para promover a adopção de animais

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Animais abandonados por uns, podem vir a ser acarinhados por pessoas. Este é um conceito que a Câmara do Seixal tem em fase de teste. Dia 7 de Dezembro é mais oportunidade para adoptar um cão ou um gato

 

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O Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia do Seixal (CROAC-S) está a desenvolver, a título experimental, um conjunto de medidas pensadas pela Câmara Municipal do Seixal, “com vista à promoção da adopção responsável dos animais que se encontram à guarda deste centro”, e ainda sensibilizar para o não abandono.

O primeiro dia desta experiência foi no sábado 9 de Novembro, e vai repetir-se a 7 de Dezembro, entre as 9h00 e as 12h00.

Sobre o dia de estreia da iniciativa, avalia a autarquia que foi um sábado de “bastante afluência às instalações, no qual foi prestado atendimento telefónico e presencial aos munícipes e foi possível efectivar duas adopções: uma gatinha e um cãozinho”.

Conta quem observou, que a Kelly e o Bob, “como eram carinhosamente chamados pelos trabalhadores do serviço, encontraram uma família que lhes dará, certamente, todo o carinho e atenção que merecem”.

Nas instalações do CROACS, em Arrentela, existem dezenas de cães e gatos disponíveis para adopção responsável, todos vacinados e desparasitados. Foram encontrados na rua, abandonados à porta do equipamento ou entregues directamente por antigos donos.

Para facilitar o reconhecimento destes animais, o município do Seixal criou uma página no Facebook onde coloca a foto de cada um.

O Canil Municipal do Seixal foi criado em 1992 e tornou-se, em 2003, no primeiro Canil/Gatil do distrito de Setúbal. É um espaço de alojamento provisório de animais, com capacidade para 60 cães e 12 gatos.

No início de 2017, o Canil/Gatil Municipal do Seixal foi licenciado pela Direcção Geral de Alimentação e Veterinária como CROAC-S.

Compete ao CROACS o cumprimento das competências legais em vigor atribuídos aos “Centros de Recolha Oficiais de Animais de Companhia”, bem como a realização das acções de profilaxia médica e sanitária determinadas, exclusivamente, pelas Autoridades Sanitárias Competentes, não podendo contudo desempenhar quaisquer funções do foro médico veterinário que desrespeitem quer a legislação em vigor, quer o disposto no Código Deontológico Médico Veterinário e que indiciem práticas de concorrência desleal”, lê-se no site da autarquia.

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