Misericórdia de Setúbal estimula formação como resposta a desafios nos cuidados de saúde

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Formações para profissionais da Santa Casa da Misericórdia de Setúbal têm como objectivo alcançar a vanguarda na prestação de cuidados

 

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A Santa Casa da Misericórdia de Setúbal (SCMS) vai realizar um total de 11 acções de formação destinadas aos seus funcionários, tendo como mote o facto de os serviços prestados por instituições como a Santa Casa da Misericórdia terem “um grau de cada vez maior exigência”, expõe a direcção em comunicado. Deste modo, o conjunto de formações envolve mais de 140 ajudantes de lar e ajudantes familiares, com o objectivo de “aumentar e adequar o conhecimento e as competências destes profissionais”.

Uma iniciativa que o provedor da Santa Casa de Misericórdia de Setúbal, Fernando Cardoso Ferreira, assume como determinante para “corresponder a essa exigência”, sendo que, “um dos aspectos essenciais é a formação de todos aqueles que aqui trabalham”. Motivo pelo qual Cardoso Ferreira afirma que, através deste conjunto de formações está a ser desenvolvido “um esforço muito grande para que, com processos de formação inovadores, adequados às novas realidades e às circunstâncias em que temos de prestar os serviços, possamos estar na vanguarda das instituições do sector social nessa matéria”.

O Plano de Formação para o ano de 2019, conta também com alguns colaboradores externos, e foi elaborado depois de ter sido realizado um levantamento de necessidades formativas e recolhidos pareceres das directoras-técnicas, enfermeiros e outros técnicos de saúde da instituição.

Quanto à concretização do plano, o enfermeiro e mesário da SCMS, José Manuel Almeida, um dos responsáveis pelo plano juntamente com a directora-técnica do Lar Dr. Paula Borba, Cândida Machado, e a coordenadora dos serviços de enfermagem da SCMS, Ana Pais confirmam que, “os destinatários, os ajudantes de lar e os ajudantes familiares, têm correspondido e solicitado mais formação. Não é uma formação – passe a expressão – ‘a metro’, mas é uma formação muito técnica”, sublinham.

O objectivo principal, de acordo com José Manuel Almeida, é o de “consolidar alguns conhecimentos, adquirir outros e desenvolver outras capacidades técnicas, nomeadamente, por exemplo, no que diz respeito aos levantes, às transferências de sofá para cama e vice-versa, às ajudas técnicas, como andarilhos e bengalas”.

Depois de ter sido iniciado em 2018, com a lavagem das mãos “e a sua importância no contexto de uma instituição de utentes destinada a pessoas idosas e outras incapacitadas”, no futuro, o Plano de Formação pode ser alargado com o desenvolvimento de “programas formativos para técnicos, a nível de informática, relacionamento, comunicação” e noutras áreas, considera o enfermeiro.

 

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