Protagonismo a quanto obrigas

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Francisco Ramalho – Ex-bancário, Corroios

 

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Ouvi a representante do partido “Livre”, a deputada Joacine Katar Moreira, duas vezes. A primeira, sendo entrevistada na Antena1 pela jornalista Natália Carvalho. A segunda, aquando da sua intervenção na abertura dos trabalhos da Assembleia da Republica.

Na entrevista, a agressividade demonstrada, roçou mesmo o inconveniente. Fazendo questão de ir ao pormenor nas respostas, quando a jornalista e os ouvintes já as tinham depreendido, prejudicando assim, mesmo o seu próprio partido, uma vez que mais curta foi a mensagem da entrevista com tempo estipulado. Diferente será na AR, onde lhe vão permitir mais tempo, e bem, nas suas intervenções devido à deficiência na fala.

Em ambas as situações, foi penoso ouvi-la. E é preciso muita atenção para se perceber o que pretende dizer. Não será lógico perguntar-se porquê então esta pessoa como representante daquele partido? Uma vez que fala tanto em minorias étnicas, não será precisamente pelo facto de ser extremamente gaga e negra?  Não será  uma evidente ânsia de protagonismo?

Assim como não foi mesmo para dar nas vistas que o seu assessor se apresentou na AR vestido como se viu?

Evidentemente que não estão em causa os direitos das pessoas gagas, cegas ou com qualquer outra deficiência! Agora dar-lhes prioridade por isso? Como entender? Não será uma evidente tentativa de protagonismo para daí  o partido a que pertence, tirar dividendos?

 

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