As novas dinâmicas e acertos da Av. de Moçambique

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Giovanni Licciardello – Professor

 

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Quem me sugeriu esta crónica, foi o meu colega e amigo, professor Miguel Silva, Grande Setubalense e Grande Vitoriano, morador na referida avenida e que me alertou para todas estas situações “in loco”.

 

A Av. de Moçambique estabelece a separação entre os Bairros do Liceu e das Amoreiras.

 

No sentido Poente-Nascente inicia-se no cruzamento com a Av. Rodrigues Manitto e segue com inclinação descendente até ao cruzamento com a Av. Engº Henrique Cabeçadas. Era uma avenida com pouco transito rodoviário e o que havia, era realizado pelos moradores e pelos consumidores que se deslocam a uma superfície comercial localizada nas imediações.

 

No mês de Agosto, a Autarquia concluiu (e muito bem) a ligação rodoviária entre a Av. de Moçambique e a Estrada dos Ciprestes, para conseguir uma maior fluidez de trânsito, nos dois sentidos. Como seria espectável, o trânsito aumentou exponencialmente.

 

Ainda falta concluir a estrada da Azinhaga de S. Joaquim, em fase de acabamentos, o que irá facilitar ainda mais o escoamento rodoviário.

 

Espero que aí não coloquem semáforos, em detrimento de uma rotunda, que pode e deve ser colocada nesse cruzamento. Se assim não for, o trânsito irá novamente acumular-se.

 

Mas regressemos à Av. de Moçambique. O acréscimo de trânsito implica a necessidade de se efectuarem algumas correcções, a saber:

 

1 – Do lado esquerdo relativamente a quem desce, a partir do antigo stand de vendas de casas, o passeio é muito estreito, com bocas de incêndio, candeeiros e caixas de electricidade, a impedirem a passagem dos peões. Nesse local, o tipo de estacionamento também muito estreito, implica que se estacione em espinha, colocando a traseira da viatura em plena estrada, com riscos acrescidos de acidente. Recomenda-se o seu alargamento (passeio e estacionamento), até porque a Av. de Moçambique tem largura suficiente para se fazer esse acerto;

 

2 – Do lado direito relativamente a quem desce, junto à superfície  comercial, existe uma pequena construção negra (onde se encontram os contadores de electricidade), que impede a visibilidade de quem sai dos novos estacionamentos, aumentando o risco de acidente rodoviário. Sugere-se a sua colocação em outro local;

 

3 – Colocação de pequenas lombas na estrada, a fim de evitar os excessos de velocidade que já estão a ocorrer, com cada vez maior frequência;

 

4 – Renovação das passadeiras existentes. Em vez de colocarem tinta branca, versão “zebra”, no asfalto, que ficará inevitavelmente negra com a passagem das viaturas, sugere-se a colocação das passadeiras iguais às que existem na Av. Luísa Todi, ou seja: colocação de empedrado com pedras negras e brancas, também em versão “zebra”, aumentando o tempo de duração da passadeira e a maior visibilidade por parte de automobilistas e peões;

 

5 – Renovação do asfalto ao longo de toda a Avenida;

 

6 – Alteração da rotunda existente. A Autarquia tem construído algumas rotundas, com dois arcos concêntricos; um interior e o outro (maior) exterior. O que acontece é que o arco exterior está ao mesmo nível da estrada, o que implica que os automobilistas, “vão a direito”, em vez de efectuarem a curva, reduzindo, com isso, a velocidade. Recomenda-se que o arco exterior fique a um nível mais elevado que a estrada;

 

7 – Alargamento da estrada nova. Quem trouxer uma equipa de futebol, num autocarro, dificilmente conseguirá virar para os campos aí existentes;

 

8 – Os dois campos de futebol pertencentes ao Vitória, encontram-se num estado de conservação vergonhoso e indigno; sobretudo o primeiro, que nem sequer está a ser utilizado, mas também o segundo, com as envolvências a apresentarem um ar desleixado, edifícios degradados, canavial espesso, que contrastam com os outros dois, dos “Pélezinhos”.

 

Ficam aqui as sugestões.

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