Apenas beatas?

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Francisco Ramalho – Ex-bancário, Corroios

 

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Embora duvidando bastante da eficácia da lei que penaliza quem atira pontas de cigarro para o chão, concordamos com ela. Só não compreendemos, é porque se restringe apenas a esse tipo de lixo. Então e o outro que é atirado para bermas de estrada, jardins, praias e tudo o que é sítio de passagem ou de permanência de pessoas? E até junto de ecopontos e contentores próprios para tal? E a separação que não é feita? Quem é que não reparou já, por exemplo, nos contentores próprios para lixo doméstico, plásticos, vidros, papel, latas de tinta, etc., tudo lá misturado?
Mas em relação às beatas, que não se tenha contemplações, sobretudo, a quem as deposita na areia, conspurcando as praias.
Faz hoje oito dias, o meu ilustre vizinho aqui de página, o professor Juvenal Danado, publicou um excelente texto sobre a matéria “É Portugal”. Devido à importância da mesma, volto a bater na tecla. Só não estou em sintonia com ele, é quando diz que diversas entidades publicas e particulares incluindo meios de comunicação social, “há décadas que trabalham na sensibilização ambiental dos portugueses e na educação que lhe está associada”. Por exemplo, em relação às televisões, incluindo a pública, que podiam e deviam fazer um excelente trabalho de sensibilização, são doses intermináveis e em simultâneo, de comentários, análises e palpites sobre futebol e outros programas tão ou menos importantes.
Portanto, é fundamental que desde os bancos da escola até à universidade e efetivamente na C. Social, se sensibilizem as pessoas e se discuta o assunto. As alterações climáticas aí estão a mostrar o quanto temos agredido a Mãe Natureza.

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