Navegante mantém quarenta euros em 2020

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No próximo ano mais de 700 mil passes sociais mantêm valores entre 20 e 40 euros

 

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Em 2020 o passe social Navegante vai manter operacionalidade nos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) sem alterações no tarifário em vigor. Uma decisão tomada após articulação com as autoridades de transportes e auscultação da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP).

A medida anunciada integra-se na estratégia da AML para promover a utilização dos transportes públicos coletivos, preconizada com a entrada em vigor do passe social.

Neste âmbito a AML decidiu que, “os valores dos passes devem manter-se iguais apesar da Taxa de Actualização Tarifária (TAT) de 0,38% decretada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes”, segunda avança em comunicado.

A partir desta decisão, a AML informou os operadores de serviço público que atuam no território que, conforme determinado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, a taxa apenas pode ser aplicada, nos limites legalmente definidos, nas tarifas dos títulos de transporte ocasionais como bilhetes simples, de bordo, pré-comprados e unidades intermodais de transporte pré-pagas) e monomodais (tipo passe ou assinatura).

 

Mais de 700 mil passes e 61 milhões de passageiros

 

Mais de 61 milhões de passageiros foram transportados na área metropolitana de Lisboa durante o mês de Outubro. Um número que a Área Metropolitana de Lisboa anuncia como resultado da venda de 768 265 passes, sendo este o novo máximo atingido desde a implementação do novo sistema tarifário, em Abril deste ano.

Em comunicado a AML confirma que “a criação dos novos passes Navegantes representa uma profunda alteração das soluções de deslocação, em favor de uma mobilidade mais sustentável, e com significativo impacto económico e social nas famílias”.

Destaque ainda para o número total de passes vendidos nos 18 municípios da AML, 94% dos quais são Navegante (60% Metropolitano, 17% Municipal, 14% +65 e 3% Família).

“O novo sistema tarifário constituiu assim uma profunda alteração das soluções de deslocação ao dispor da população, com um forte incentivo à utilização dos transportes públicos em favor de uma mobilidade mais sustentável, com significativo impacto económico e social nas famílias”, conclui a AML perante os últimos números presentados.

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