Rui Canas destaca empenho e dedicação de 50 colectividades

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Entre apoios financeiros e logísticos a União das Freguesias de Setúbal investe, anualmente, cerca de 125 mil euros no movimento associativo, pela defesa de um trabalho realizado em parceria, com qualidade

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Da cultura, ao desporto e acção social são 50 as associações que beneficiam agora de apoio financeiro por parte da União das Freguesias de Setúbal, no âmbito de acordos de parceria estabelecidos. “Mais um passo no caminho traçado para a qualificação do associativismo local”, reforça o presidente desta autarquia, Rui Canas.

O orçamento distribuído pelo total das associações equivale a 25 mil euros e ao longo do ano é complementado pelo apoio logístico que Rui Canas destaca como, “superior a 100 mil euros”.

Quanto ao papel deste movimento associativo no território da União das Freguesias, o autarca refere que, “é sem dúvida de uma grande riqueza e diversidade. Um trabalho voluntário, de dedicação, vontade, engenho, arte, esforço e talento”.

Os acordos de parceria para apoios financeiros surgiram no primeiro mandato deste executivo, quando o movimento associativo foi analisado pela autarquia e a conclusão foi de que a relação entre poder local e associações era apenas “operacional e avulsa. E não se encontravam linhas de trabalho”.

Perante este contexto e no sentido de aproximar linhas de trabalho e objectivos comuns, foi criado o Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo. Um modelo que permite “criar regras do conhecimento de todos, de modo a que seja possível estabelecer as relações de trabalho necessárias”.

 

Autarquia quer qualificar todas as associações

 

A União das Freguesias de Setúbal tem mais de 100 associações, clubes e colectividades no seu território. Mas, como explica Rui Canas, “muito deste movimento associativo não está presente nos acordos de parceria estabelecidos porque ainda não atingiu o patamar de trabalho que já temos com as outras associações”.

Contudo, o autarca defende, “embora o orçamento seja limitado queremos que estas associações, que ainda não estão presentes, venham a estar representadas para que o trabalho de forma organizada e sistematizada possa ter mais resultados”.

Sobre o volume do orçamento de apoio disponibilizado, o autarca reconhece as dificuldades que o movimento associativo tem no presente. “Sabemos que os apoios do Estado são praticamente nulos e que sem a ajuda das autarquias, a capacidade dos associados para criar mais-valias e o apoio de alguns mecenas seria impossível o nosso movimento associativo manter a mesma pujança”.

Quando a União das Freguesias começou a atribuir estes apoios há 4 anos, 15 associações eram beneficiadas, hoje são mais do dobro. “O dinheiro não estica e gostaríamos de ter mais orçamento para apoiar as associações que trabalham connosco mas isso não é possível”. Motivo pelo qual a autarquia procura compensar as associações que recebem menos dinheiro com outro tipo de materiais que necessitam. “Um trabalho de equipa realizado todos os dias, o qual sabemos que é muito importante para vocês [associações]”.

 

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