Câmara defende política inclusiva para migrantes

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Vereação aponta a necessidade de integração das comunidades que escolheram o concelho para residir e trabalhar

 

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A Câmara Municipal do Seixal discutiu e subscreveu a tomada de posição “Por uma política inclusiva das comunidades migrantes”, colocada sobre a mesa pela CDU.

O documento que mereceu a unanimidade dos eleitos, foi discutido na última reunião pública da Câmara do Seixal, tendo sido a mesma conduzida pelo vice-presidente Joaquim Tavares, por ausência do presidente, Joaquim Santos.

A tomada de posição dedicada política inclusiva das comunidades migrantes acabou por ser o tema mais importante discutido na reunião, por ter causado alguma divisão de opiniões, sobretudo por parte dos vereadores socialistas. Mesmo assim, a matéria acabou por merecer a unanimidade, com os eleitos de todas as forças políticas representadas na Câmara a firmarem a importância do debate sobre as comunidades migrantes que escolheram o concelho do Seixal para residir e trabalhar.

“Tendo o Seixal uma população marcadamente multicultural, acolhendo diversas comunidades imigrantes que optaram, pelas mais variadas motivações, por fixar-se neste território, tem sido política deste município desenvolver estratégias que conduzam a um bom acolhimento e a uma efetiva integração, assumindo encontrar as respostas possíveis para os desafios que esta condição apresenta”, referiu Joaquim Tavares.

O autarca acrescentou ainda que “reconhecendo a importância e mais-valias decorrentes das sinergias das comunidades imigrantes que residem ou trabalham no Seixal, que dão um importante contributo para o desenvolvimento socioeconómico local, assim como das dificuldades e fragilidades que a situação migratória representa, encontramo-nos empenhados na procura de soluções de forma articulada e envolvendo todas as partes interessadas, visando a melhoria das condições de vida de todos e todas que escolheram o Seixal para viver, procurando uma sociedade com maior justiça social, mais solidária e coesa”.

Todos os partidos, embora por palavras diferentes, advogaram que a integração só é possível com uma escola que lhe abra as portas, com uma sociedade que se manifeste acolhedora e com uma proteção social e sanitária que não faça distinções.

 

José Augusto

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