Festival da Liberdade 2020 é em Sesimbra

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Depois da visita institucional ao Festival da Liberdade, ao final desta sexta-feira, o presidente da AMRS, Rui Garcia, anunciou que a edição do próximo ano realizar-se-á em Sesimbra.

 

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O Festival da Liberdade arrancou na tarde desta sexta-feira, em Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém. Ao final do dia, teve lugar uma visita institucional ao recinto do festival, com a presença da organização, dos autarcas dos “11 municípios que constituem a associação e fazem este festival”, de elementos das associações e outras entidades da região que em conjunto fazem a festa da liberdade.

 

“Para o ano voltamos a contar com todos vocês. Sigam o apelo do Zeca Afonso: tragam um amigo também e encontramo-nos em Sesimbra”, anunciou o presidente da Associação de Municípios da Região de Setúbal, Rui Garcia, no final da visita. O local da próxima edição do festival foi então desvendado no primeiro dia do evento como tinha ficado acordado e será Sesimbra a receber a edição do Festival da Liberdade do próximo ano. “Hoje, os jovens dos vários municípios constituem uma verdadeira equipa e isso é também um dos ganhos que este Festival da Liberdade proporcionou: a aproximação entre os diversos municípios entre os seus sectores de juventude”, adiantou, estendendo o agradecimento a todos os que trabalham para a realização deste evento. 

 

Festival da Liberdade reforça coesão entre juventude e municípios da região

“O empenho da associação e dos seus municípios na realização do festival mantém-se hoje tão vivo, eventualmente até mais forte do que quando em 2014 o decidimos recuperar”, acrescentou, mencionando a importância do certame enquanto “contributo para reforçar o movimento associativo juvenil, para reforçar a actividade das autarquias na área da juventude, para reforçar o desenvolvimento cultural e social da nossa região”, sendo este “o objectivo fundamental que move a associação”.

 

Nas palavras de Rui Garcia, que destacou o trabalho dos muitos jovens que se envolvem na organização do Festival da Liberdade, “este não é um festival para a juventude, é um festival da juventude” porque “é construído desde o início com a participação das associações juvenis, com a sua opinião, com as sugestões que fazem para a programação, com aquilo que aqui querem apresentar, com as diversas manifestações culturais, desportivas e recreativas que aqui trazem nestes dias”.

 

Para o presidente da AMRS, o valor deste festival prende-se com o facto de ao longo das suas edições ter vindo a contribuir “para reforçar a coesão, reforçar o conhecimento mútuo entre as diversas associações, entre aquilo que se faz em todos estes concelhos e isso valoriza, reforça, estimula, permite novas ideias, novos projectos e queremos que isso continue a acontecer, sendo um dos grandes ganhos do percurso feito até agora”. O autarca frisou ainda os desafios que a edição deste ano encontrou ao vir até ao litoral alentejano, fugindo do “centro habitual da Península de Setúbal” mas “ainda bem que viemos. Os desafios foram superados e hoje o festival está a começar com as condições magníficas que se podem verificar e que seguramente se vão comprovar ao longo dos três dias”.

 

Por sua vez, Álvaro Beijinha, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, o município anfitrião desta edição, deu as boas vindas a todos e desejou que “estes sejam três dias de muita festa, de muita liberdade, mas com um conjunto de princípios e sem esquecer que estamos numa reserva natural e temos de preservar o meio ambiente”, com a certeza de que este evento irá “seguramente marcar Santo André e o município de Santiago do Cacém”. O autarca mostrou ainda vontade de no futuro desenvolver um projecto “com os mesmos princípios” em conjunto com o movimento associativo local “que é fortíssimo”.

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