Centro Social de Palmela pode perder valências

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O actual presidente da IPSS não põe de lado corte drástico para salvar instituição

 

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O presidente do Centro Social de Palmela (CSP), Carlos de Sousa, não esconde a difícil situação da instituição e não põe de lado “a iniciativa drástica da eliminação de algumas valências”.

Carlos de Sousa garante que o que está em causa “é salvar o Centro Social e se isso passar por fechar valências tomaremos a melhor decisão” porque “não podemos esquecer o passado muito pesado, com as mensalidades muito baixas”. O presidente da instituição de Palmela revela que “temos 300 crianças, com 250 na creche e ATL, em que oito por cento delas pagam mensalidades entre os zero e os 30 euros. Trinta por cento das crianças pagam de zero a 50 euros” e as mensalidades “não são suficientes para equilibrar os custos”.

O CSP tem 77 trabalhadores no activo, que correspondem a 72 por cento das despesas, refere o presidente da instituição, que acrescentando que “essas despesas deviam situar-se entre os 60 e os 65 por cento”.

Apoio da comunidade e da autarquia

A instituição tem desenvolvido diversas iniciativas para angariação de fundos, nomeadamente a Bagageira Aberta, com Carlos de Sousa a explicar que “tem sido muito interessante e está a tornar-se num hábito, que já mobiliza cerca de meia centena de carros”, em que as verbas obtidas “não são significativas, mas anima o espaço e dá vida ao Largo de S. João até a nível da restauração e do comércio local”.

O apoio da Câmara, explica Carlos de Sousa, “passa pela realização de obras de reabilitação da creche fruto da candidatura ao abrigo do Portugal 2020”e “será essa candidatura no Programa Especial de Reabilitação que nos vai dizer se teremos a iniciativa drástica da eliminação de valências”.

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