Vice-presidente do PSD veio ao Montijo falar sobre Educação

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Falta de meios da GNR, em efectivos e sobretudo viaturas, torna “mais necessária” a opção pela modalidade alargada do conselho

 

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A Câmara de Alcácer do Sal aprovou ontem a opção pela modalidade alargada do Conselho Municipal de Segurança, estendendo o convite à integração da Segurança Social de Setúbal, directores dos dois agrupamentos escolares do concelho, Atlético Clube Alcacerense e Associação de Agricultores.

A lei da descentralização de competências impõe alterações ao funcionamento destes órgão consultivos municipais, deixando às autarquias a opção pela composição restrita ou alargada, e os autarcas de Alcácer do Sal optam pelo alargamento do conselho.

O presidente da Câmara, Vitor Proença, considerou uma “necessidade” tendo em conta “que o crime aumentou no concelho, tal como em Sines” e que existem “problemas complicados” com as forças de segurança locais, como a falta de efectivos e de viaturas com que a GNR se confronta.

O autarca comunista sublinhou que a segurança é uma “função de soberania”. A proposta foi aprovada por unanimidade e as novas entidades vão ser convidadas.

 

Canil e gatil sobrelotado

 

Tal como acontece noutros concelhos da região – conforme noticiámos na edição de terça-feira passada – em Alcácer do Sal  também existem dificuldades de recolha dos animais errantes. O município não tem canil próprio, estando incluído no processo de construção do futuro equipamento que vai servir todos os concelhos do Litoral Alentejano, que vai nascer em Santiago do Cacém no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL), que se encontra em fase de elaboração do projecto de arquitectura pelo que vai ainda “levar algum tempo”, conforme explicou o vereador Manuel Vitor de Jesus (CDU) após pergunta de Gabriel Geraldes (PS).

Entretanto, o acolhimento de cães e gatos do concelho é feito pela Associação de Protecção de Animais de Alcácer – Focinho’s, cujo canil está “superlotado”, de acordo com Vítor Jesus.

A associação trabalha em permanência no controlo das colónias de gatos, através da esterilização, e depende do apoio da autarquia, que aprovou ontem a renovação do protocolo de colaboração com esta entidade em que está previsto um subsidio anual de três mil euros.

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