Imagens de marca do PS

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Francisco Ramalho – Ex-bancário, Corroios

 

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Questionado de que lado estava sobre a polémica do drone americano abatido pelo Irão no, ou fora do espaço aéreo deste país, conforme a versão, Santos Silva, foi perentório : “ do lado dos Estados Unidos que é nosso aliado”.

Desde que rasgou o acordo nuclear com o Irão, as provocações de Trump na região, têm sido contínuas:  as sanções àquele país, a deslocação da embaixada  para Jerusalém, o convite aceite para mais um colonato ilegal na Palestina ocupada, o envio de mais aviões B-52, navios de guerra e baterias de misseis, os ataques a petroleiros atribuídos ao Irão, e agora o episódio do drone que esteve à beira de ser o detonador  de uma guerra de consequências imprevisíveis. Mas, de certo, catastróficas. Mesmo assim, o ministro dos Negócios Estrangeiro do Governo PS, não tem duvidas de que lado deve estar. Do lado dos que não olham a meios para deter a supremacia mundial.

A posição de SS, pode bem ser uma das imagens de marca do PS. Outra, é, por exemplo, a questão da Lei de Bases da Saúde, em que insiste na  porta aberta à gula dos privados, continuando assim a debilitar o Serviço Nacional de Saúde. Outra ainda, é o tão badalado  excedente orçamental de 0,4% quando insuficiências são mais que muitas na Saúde, no Ensino, nos transportes, etc.

E o rol de imagens de marca do PS continuaria. Eleições à vista, terminamos com as já tradicionais promessas. Carlos César, pede uma maioria expressiva, Ana Catarina Mendes,maioria absolutamente inequívoca (pudor em falem de maioria absoluta?) para o PS aplicar sem constrangimentos  o seu programa.

Agora,  mesmo ainda pressionado à  esquerda, é o que se vê. Só, de mãos livres, imagine-se!

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