Câmara de Almada quer reunião urgente com Governo para discutir ligações fluviais no Tejo

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“Os investimento na contratação de pessoal são insuficientes e tardios”, refere texto proposto pelo BE. Autarcas de todos os partidos exigem resolução dos problemas

 

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A Câmara Municipal de Almada aprovou na segunda-feira, por unanimidade, um pedido de reunião urgente ao Governo para alertar sobre a situação do transporte público fluvial no rio Tejo, exigindo a resolução dos problemas.

A vereadora eleita pelo Bloco de Esquerda, Joana Mortágua, apresentou a proposta de tomada de posição “Em Defesa dos Transportes Públicos” na reunião do executivo municipal que se realizou hoje.

“A parte resolutiva, votada por unanimidade, determina uma tomada de posição pública de preocupação e protesto pelo estado atual do serviço de transportes fluviais e delibera que o executivo deve reunir com o Governo para alertar para a necessidade urgente de resolver a situação dos serviços de transportes públicos fluviais”, refere a autarquia, liderada pela socialista Inês de Medeiros, em comunicado.

Na sua intervenção, Joana Mortágua apontou responsabilidades ao Governo PSD/CDS, que “deixou a empresa em estado de pré-rutura com o objetivo da privatização” e criticou o atual Governo, chefiado por António Costa (PS), por ter “adiado todas as respostas para 2019”.

“Os investimentos anunciados na contratação de navios e pessoal são insuficientes e tardios para resolver os problemas da empresa e adequar o serviço ao aumento da procura provocado pelo [passe] Navegante”, acrescentou a vereadora Joana Mortágua, defendendo também que deve ser negociado com urgência um novo contrato de serviço público com a Transtejo/Soflusa.

A Transtejo assegura as ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão e Lisboa, enquanto a Soflusa é responsável por fazer a ligação entre o Barreiro e Lisboa.

Lusa

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