Autarquia acerta com exército reforço da defesa da Arrábida

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O Parque Natural da Arrábida está na linha de um plano alargado de limpeza e correcção de caminhos de acesso a viaturas de socorro

 

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Para minimizar os riscos de incêndio florestal, a Câmara de Setúbal e o Regimento de Engenharia n.º 1 do Exército assinaram um protocolo em defesa do Parque Natural da Arrábida. Trata-se de um documento assinado na esfera do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios como motor de “segurança” e de “tranquilidade” para as populações, refere a presidente da Câmara de Setúbal.

Na assinatura deste acordo de cooperação, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, Maria das Dores Meira referiu ainda a importância de aproveitar a capacidade que as Forças Armadas têm para “desempenhar tarefas essenciais em matéria de proteção civil” ao nível da prevenção e da vigilância.
No plano de acção, estabelece o protocolo que para a redução de riscos é necessário desenvolver “um conjunto de trabalhos de limpeza e de abertura e correção de caminhos de acesso a viaturas de socorro na área do Parque Natural da Arrábida”.

Entretanto a autarca destacou o trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho Florestal Intermunicipal da Arrábida, constituído pela própria autarquia, pela Câmara Municipal de Palmela e pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

No dia 30 de abril, “terminou a realização de um conjunto de ações de melhoramentos em caminhos públicos e privados no Parque Natural da Arrábida, levada a cabo também pelo Regimento de Engenharia n.º 1”, numa extensão de 103 quilómetros.

Para Maria das Dores Meira a capacidade de chegar “com eficácia aos locais mais sensíveis fica reforçada” graças ao “estabelecimento de parcerias com quem tem a capacidade logística e o saber para criar as mais adequadas condições de circulação em caminhos rurais”.

O coronel Leonel José Mendes Martins, comandante do Regimento de Engenharia n.º 1, sediado no Polígono de Tancos, em Vila Nova da Barquinha, enalteceu a importância do protocolo firmado. “Este é um ato feito em benefício e bem-estar das populações”.

No âmbito do acordo, refere comunicado da autarquia que “cabe ao Regimento de Engenharia n.º 1, entre outras obrigações, disponibilizar o equipamento militar adequado, enquanto à autarquia compete, nomeadamente, assegurar as necessárias coordenações de encadeamento de trabalhos”.

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