“O turismo abriu novas portas no mercado imobiliário de Setúbal”

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Na abertura do novo escritório da Linha Recta Imobiliária, em plena baixa setubalense, a gestora Mónica Monteira destacou a empresa pela atenção ao cliente e investimento voltado para o turismo

 

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A Linha Recta Imobiliária abriu um novo espaço na baixa da cidade, no número 27 da Rua José António Januário da Silva.

Com actividade no ramo imobiliário desde 1997, na época como Santos & Monteiro, hoje a Linha Recta distingue a sua actividade no mercado pela “atenção ao cliente, com acompanhamento personalizado caso a caso”. É deste modo que Mónica Monteiro, gestora e proprietária da empresa, apresenta a diferenciação da imobiliária “num mercado cada vez mais competitivo”.

Através de uma equipa de seis profissionais, a Linha Recta procura dedicar-se a esta nova fase com segurança e consciência de que “um dia o mercado, actualmente em crescimento, há-de dar a volta e por isso é preciso dar um passo de cada vez”.

Mónica Monteiro define Setúbal como um “mercado que permite trabalhar em todas as áreas do ramo imobiliário”. Contudo a sua experiência profissional com mais de 20 anos não deixa esquecer o passado. “Tempo houve em que, devido à crise, o mercado das vendas estava estagnado e optávamos mais por negócios de arrendamento. Hoje praticamente tudo se vende”.

Na opinião de Mónica Monteiro esta dinâmica deverá manter-se pelo menos nos próximos dois anos. “Não podemos esquecer que Setúbal enfrentou grandes problemas económicos e agora abriu-se finalmente ao turismo. Caraterísticas que conduzem à possibilidade de Setúbal manter-se como um mercado em crescimento por mais tempo”.

A gestora imobiliária salienta ainda “os muitos visitantes recebidos diariamente, vindos de todo o mundo, que se apaixonam pela Arrábida, pelo Sado e pela cidade”. Dinâmica que permite à Linha Recta ter um leque de clientes “essencialmente caracterizado por investidores, que procuram oportunidades no mercado imobiliário para alojamento local”.

A par dos investidores, “surgem também os clientes que procuram adquirir primeira habitação”. Mónica Monteiro comenta que, muitos destes clientes representam uma segunda geração, “porque há muitos anos atrás já acompanhamos os pais na aventura de ter casa própria”.

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