Associação da Torre da Marinha quer avançar com centro de dia e apoio domiciliário

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A recuperação do edifício da Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Torre da Marinha levou quase dois anos, mas agora que estão concluídas, a instituição sonha em ampliar o serviço de apoio social à população

 

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As obras de requalificação do edifício da Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Torre da Marinha, no Seixal, estão concluídas, foram inauguradas e dão maior élan à instituição para ampliar o seu serviço de apoio social.

Até agora a funcionar apenas como centro de convívio, onde tem 60 utentes, depois do edifício ter sido alvo de um investimento de “mais de 900 mil euros” por parte da autarquia, passa a poder usar também o piso térreo, para além do piso superior onde já funcionava.

Depois de citar o valor deste investimento “totalmente pela autarquia”, o presidente da Câmara lamenta que o Estado central não faça obras que são da sua obrigação, caso da recuperação do edifício da Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Torre da Marinha. “É o município que substitui aquilo que deveria ser feito pela Segurança Social”, diz Joaquim Santos.

Seja como for, “queremos ter no concelho equipamentos excelentes com equipas excelentes, como é o caso deste”, acrescentou o autarca depois de elogiar o trabalho feito tanto pela actual direcção com pelas anteriores.

 

40 utentes em centro de dia

e 50 em apoio domiciliário

 

A ampliação das instalações da associação irá permitir novos espaços com melhores condições de trabalho para os funcionários e de estadia para os utentes, diz o seu presidente, José Mourato, que sonha com o aumento da resposta social da instituição.

“Esta obra vai refectir-se no futuro imediato. Podemos ter novas respostas sociais através da Segurança Social. Temos condições físicas para introduzirmos duas novas valências, centro de dia e apoio domiciliário” diz o presidente da associação. E o objectivo que tem sido apontado é abrir 40 vagas no centro de dia e criar o apoio domiciliário para 50 utentes.

“Assim que tivermos autorização para avançar com o centro de dia e apoio domiciliário, vamos realizar esse serviço à população”. Para José Mourato é ponto assente que “não chega continuarmos a penas como centro de convívio quando temos condições para fazer muito mais”. É que, para além de “aproveitar a requalificação das instalações, os idosos da Torre da Marinha precisam de nós”.

Isto é aquilo a que o presidente da União de Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, chama de “trabalho pela sociedade realizado com o empenho de todos com apoio da autarquia”, ao que acrescenta: “há pessoas que trabalham todos os dias para que os sonhos se tornem realidade”.

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