Autarquia apela ao civismo para preservar parque ribeirinho da Baixa da Banheira

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Desde 2018 que a população da Baixa da Banheira refere falta de limpeza e manutenção dos espaços verdes da frente ribeirinha. A Câmara Municipal da Moita apela ao civismo

 

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O Parque José Afonso, localizado na zona ribeirinha da Baixa da Banheira apresenta há vários meses problemas de manutenção nos seus equipamentos. E, ao que tudo indica, falhas na sua limpeza frequente. Uma situação que O SETUBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO chegou a reportar em Outubro de 2018.

Actualmente, ao que os munícipes indicam, os problemas de manutenção continuam. Vários moradores das imediações do parque referem o “acumular de lixo nos passeios”, “as ervas daninhas por limpar”, “zonas com bambus cuja altura ultrapassa os dois metros e tapa a visibilidade dos bancos de jardim deixando-os completamente escondidos”, “para além das lâmpadas que, não raras vezes, estão avariadas em mais de metade”.

Em contacto com a Câmara Municipal da Moita, o jornal voltou a questionar o porquê desta situação. No caso do Parque José Afonso a autarquia refere que, a manutenção da estrutura verde principal “é assegurada com os meios operacionais em regime permanente no parque. E, nesse âmbito, o corte de relva é uma tarefa diária”. No entanto, segundo os munícipes, tal não se tem verificado.

Todos os anos são também asseguradas, o que a autarquia refere como “tarefas sazonais de inverno mais específicas, as quais estão a decorrer” e que se traduzem na poda de arbustos, retancha dos canteiros com novas plantações e novo revestimento de canteiros com casca de pinheiro.

Quanto aos equipamentos a autarquia afirma que, “são conferidos periodicamente, no sentido de se apresentarem nas melhores condições possíveis para os utilizadores do parque”. Existindo, inclusive, “um plano anual de reparação de bancos e de pavimentos que vem sendo cumprido e, sempre que possível, reforçado em função das disponibilidades financeiras”.

Na iluminação, o Parque José Afonso também tem sido alvo de “intervenções regulares de manutenção ao nível dos trabalhos de electricidade”. Contexto em que a autarquia destaca as últimas reparações, “efectuadas em Dezembro de 2018” e durante qual “foram substituídas cerca de 70 lâmpadas em todo o parque”.

Desde que a autarquia realizou a avaliação dos pontos de luz, até a presente data, estão identificados “três candeeiros sem iluminação, junto à área de estacionamento e mais três candeeiros junto ao depósito de água do parque”.

Para a reparação destas luminárias a autarquia esclarece, “uma vez que, a intervenção necessária será ao nível de abertura de valas e reparação de cabos, vamos proceder ao seu restabelecimento logo que possível”.

Em defesa deste espaço público, a Câmara Municipal destaca que, a sua preservação só é possível com o “esforço conjunto dos serviços municipais e da população, que deve ser também mais proactiva nesta matéria. Apenas deste modo poderemos melhorar gradualmente o ambiente urbano”, tal como a autarquia tem anunciado na campanha, “Todos Juntos por um Melhor Ambiente!”.

Perante estas justificações, os munícipes atentam que “o lixo pode ser responsabilidade de quem aqui passa e não o coloca no local indicado, mas o varrimento de rua não é feito como deveria ser e a manutenção dos arbustos está mais do que atrasada”.

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