Floresta em debate na Casa da Baía

24
visualizações

A florestal na Península Ibérica desde a última glaciação aos tempos contemporâneo, a sua evolução milenar vão ser o centro do debate marcado para a Casa da Baía, que terá como orador o investigador Jorge Paiva

 

- Pub -

“A Relevância do Bosque Ibérico na História Peninsular” vai estar em debate na Casa da Baía a 4 de Abril. Um encontro marcado para as 18h00, integrado na segunda conferência de um ciclo na exposição “A Floresta – muito mais do que madeira”.

Jorge Paiva, investigador do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, fará uma retrospetiva histórica da ocupação florestal na Península Ibérica, da última glaciação aos tempos contemporâneos, onde caracteriza diferentes tipos de floresta que, ao longo de milénios, é o orador convidado desta sessão, de entrada gratuita, organizada pelo Exploratório – Centro Ciência Viva de Coimbra em parceria com a Fundação “la Caixa” e com apoio da Câmara Municipal de Setúbal.

Neste encontro, “o investigador irá traçar uma retrospetiva histórica da ocupação florestal na Península Ibérica, da última glaciação aos tempos contemporâneos, e apresenta e caracteriza diferentes tipos de floresta que, ao longo de milénios, fizeram parte do território ibérico”, avança informação da autarquia.

A comunicação de Jorge Paiva inclui, igualmente, “uma reflexão sobre a importância dos bosques existentes em Portugal e Espanha tanto na vertente natural como humana, nomeadamente no que concerne à relevância das florestas para o desenvolvimento e evolução dos povos”.

A conferência “A Relevância do Bosque Ibérico na História Peninsular” está integrada num ciclo de encontros que visa refletir sobre temas relacionados com a exposição “A Floresta – muito mais do que madeira”, patente ao público até 25 de abril no Largo José Afonso.

Esta primeira exposição itinerante em Portugal da Fundação “la Caixa”, numa organização conjunta com o BPI, em parceria com a autarquia, alerta para a importância ambiental, económica e social das florestas, através de diversos recursos, instalados num espaço com 30 por 10 metros.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 12h00 às 14h00 e das 15h00 às 20h00 e aos sábados, domingos e feriados das 11h00 às 14h00 e das 15h00 às 20h00. Inclui visitas guiadas para o público em geral, de segunda a sexta-feira às 18h00 e aos sábados, domingos e feriados às 12h00 e às 18h00, e a visitas de grupos escolares, de segunda a sexta-feira das 09h30 às 13h30 e das 15h00 às 17h00, com marcações pelo 211 216 262.

 

Mais duas conferências até meados de Abril

 

O ciclo de conferências relacionado com a mostra ambiental “A Floresta – muito mais do que madeira”, foi iniciado a 19 de Março, numa sessão sobre “A Árvore e a Cidade”, conduzida por Raquel Pires Lopes, investigadora e estudante de doutoramento em Biologia no Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Professores da Universidade de Aveiro.

Além do encontro da próxima semana, este ciclo tem agendadas mais duas sessões, sempre às 18h00, na Casa da Baía, nomeadamente uma a 10, com Elizabete Marchante, investigadora do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, que apresenta “À conversa sobre plantas invasoras: o que são, onde estão e como as controlar”.

A encerrar o ciclo, no dia 15, Paulo Magalhães, comissário da exposição “A Floresta – muito mais do que madeira” e responsável pela Casa Comum da Humanidade em Portugal, dinamiza a conferência “Dos tangíveis aos intangíveis florestais: um novo quadro conceptual de suporte à sustentabilidade”.

Comentários

- Pub -