Nuno Bronze, pastor e criador de ovelhas desafia PAN para “virem ver o horror provocado pelos cães”

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Cães vadios atacam ovelhas

 

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Nuno Bronze, pastor e criador ovelhas, com um rebanho de 160 cabeças, queixa-se dos prejuizos provocados pelos cães vadios, que já atacaram o curral cinco vezes este ano, matando mais de duas dezenas de animais.

Os ataques acontecem desde 2017. “Foi nesse ano que começou o meu drama e perdi as primeiras ovelhas com o ataque de cães vadios, que eram do concelho do Montijo” e acrescenta “moro na zona das Passarinhas, no concelho de Palmela e foi na câmara da minha zona que me queixei”, mas as duas autarquias “empurraram a situação uma para a outra e quem ficou lesado fui eu”.

O pastor tem apresentado queixas na GNR do Poceirão, na Câmara de Palmela e no Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), e confessa que “ninguém quer saber” e aproveita para lançar o desafio “gostava que o PAN, que tanto defende os animais, viesse ver o horror que são ovelhas esventradas, degoladas e mortas pelos cães”. E avisa “se eu matar dois ou três cães dão-me o rótulo de criminoso, mas já não sei o que hei-de fazer à minha vida, pois tenho uma filha pequena para criar”.

Nuno Bronze não se conforma com o que considera ser “um claro desprezo por quem tem uma actividade legalizada e paga os seus impostos”, porque “se abrir uma janela em vez de um fiscal aparecem cinco ou seis e se espalhar estrume na terra a SEPNA aparece logo”.

O pastor tem sofrido avultados prejuízos, pois as ovelhas que “não são mortas ficam gravemente feridas e tenho que recorrer aos serviços veterinários para as salvar”.

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