A nau com 22 toneladas de ouro afundada no Sado

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Francisco Alves Rito – Director

Conferência sobre a Arrábida e o Sado destacou valor das nossas jóias naturais

O caso da nau espanhola – nome – naufragada no Banco do Cambalhão com um formidável tesouro de 22 toneladas de ouro e prata foi uma das várias coisas formidáveis que ouvimos ontem na 1.ª Meias Jornadas Arrábida Sado, no Convento de S. Paulo.
O arqueólogo subaquático Alexandre Monteiro contou a história de forma tão interessante e convincente que despertou em todos a vontade de procurar esse extraordinário tesouro e convenceu, pelo menos a mim, que o navio acabará mesmo por ser encontrado (como tive oportunidade de dizer logo; face a tão intrincada conjugação de factores improváveis, foi certamente o destino que plantou este achado no Sado para nós o encontrarmos).
Esta foi apenas uma das histórias ou aspectos de uma manhã agradável, num local que a cidade e a região precisam descobrir e fruir; o Convento de S. Paulo. O edifício, em boa hora recuperado das ruínas em que estava pela Associação de Municípios da Região de Setúbal, é dotado de um bonito claustro e oferece uma maravilhosa vista sobre a cidade.
A geologia esteve presente, não apenas pela participação de geólogos, como Carlos Cupeto – amigo, meu, da nossa região e do conhecimento – mas porque esta ciência está na base destes nossos tesouros naturais.
Entre a Arrábida e o Sado, a conversa estendeu-se, viajou-se no tempo, houve espaço para a polémica e abertura para todos falarem.
Nas páginas 4 e 5 damos uma panorâmica do que se passou e o video pode ser visto na Internet.

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