Hotel Mundet vai ser revelado na BTL

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O projecto ainda não é totalmente conhecido, mas do pouco que se sabe O Hotel Mundet promete destacar-se no sector turístico. A responsabilidade é do Grupo Libertas que tem milhões de euros investidos em projectos para dar mais élan à região

 

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Daqui a 2 anos o Seixal deverá estar a inaugurar uma unidade hoteleira frente ao espelho de água da baía. O Hotel Mundet, que deverá atingir um investimento acima dos 13 milhões de euros, vai ser construído pelo Grupo Imobiliário Libertas que venceu a hasta pública para esta obra.

“Tem-se se falado num investimento de 7,5 milhões de euros, mas o valor actualizado deverá ultrapassar os 13 milhões de euros”, afirma António J. Gonçalves, presidente do Grupo, a O SETÚBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO.

O projecto vai ser revelado oficialmente dia 13 de Março, no primeiro dia da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), e é tido já pelo presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, com um dos investimentos galvanizadores na oferta turística no concelho.

Levantando ligeiramente a ponta do véu, sabe-se que esta unidade hoteleira a construir na área das antigas instalações da Corticeira Mundet, vai preservar a fachada da fábrica, e será classificada com 4 estrelas. “Apostamos na classe média alta”, comenta António J. Gonçalves.

 

Novo projecto de enoturismo em Palmela

 

Esta unidade a ser construída pela Riverfront e explorada pela Marmequer-Empreendimentos Turísticos e Imobiliários, ambas empresas do Grupo Libertas, terá 84 quartos, estacionamento subterrâneo, rooftop com restaurante e piscina. “Pretendemos que este hotel constitua uma centralidade turística, aproveitando tudo o que de bom tem o espaço envolvente à Mundet”, avança o presidente do Grupo que investe no concelho do Seixal há cerca de 20 anos.

“Temos investimentos no Seixal em espaços como a Quinta da Trindade, e no desenvolvimento do Centro de Estágio do Benfica”, diz o presidente do Grupo Libertas que mantém aberta a porta para continuar a apostar no sector do turismo no concelho da baía. “Apesar do período de crise económica que o país atravessou, temos tido sucesso. Acreditamos no futuro”, acrescenta.

O Plano de investimentos do Grupo Libertas, que se estende até ao Algarve, tem marcado posicionamento também no concelho de Alcochete com o Hotel Al Foz, virado para o Tejo, para além de outros investimentos neste território. O concelho de Palmela é também uma das áreas geográficas na mira do Grupo onde está a desenvolver um projecto de enoturismo. Trata-se da “Sociedade Agrícola de Alto do Pina, no Poceirão, onde já temos 19 hectares de vinha plantada; vamos começar a produzir este ano”, revela o empresário e investidor que afirma ter o Grupo “organizado” e a sua sucessão “assegurada”, ao mesmo tempo que vinca: “Temos um Grupo capaz”.

 

Investidor na Bateria de Albarquel aguarda decisão da Câmara de Setúbal 

Integrada no lote de cerca de duas centenas de edifícios militares que, desde 2008, o Estado colocou à venda, a Bateria de Albarquel está entre os poucos casos deste património que foi alienado. Em 2016 foram vendidos três edifícios, entre eles a bateria de costa em Setúbal.

Fala-se num valor de venda na ordem dos 2,2 milhões de euros, e foi adquirida pelo Grupo Libertas para ali edificar um empreendimento imobiliário, mas o investidor diz aguardar ainda por uma decisão da Câmara Municipal de Setúbal.

“Estamos à espera que a Câmara de Setúbal nos aprove o projecto”, diz o presidente do Grupo, António J. Gonçalves, que confia que exista uma decisão “nos próximos 2 meses” para “começarmos a construir”.

Com a posse do terreno há três anos, o Grupo “está preparado para avançar” e dar movimento aos “9 milhões de investimento” neste edifício junto à Praia de Albarquel.

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