“Passagem às meias-finais foi um prémio para este grupo de jogadores”

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Esta equipa está a fazer história porque o clube nunca tido ido tão longe na Taça”, diz Steve Almeida que nas meias-finais vai receber o Oriental Dragon, um dos clubes que “mais investiu na 1.ª divisão e onde apenas um jogador deles recebe mais que o nosso plantel todo junto. Mas, nós acreditamos”.

 

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O Monte de Caparica, quinto classificado da Série B do Campeonato Distrital da 2.ª Divisão, está a ser a grande sensação da Taça AF Setúbal.

Depois de ter garantido o apuramento na fase de grupos, a equipa agora orientada por Steve Almeida afastou na 1.ª eliminatória o Vasco da Gama de Sines, vencendo por 2-1, e agora levou a melhor sobre o Banheirense, pela mesma marca.

Para trás ficaram duas equipas de escalão superior e agora há quem pense já na hipótese de chegar à final, embora o adversário das meias-finais seja de respeito.

Aproveitando este momento importante para a vida do clube e dos próprios jogadores, o nosso jornal colocou algumas questões a Steve Almeida que passou a comandar as tropas, após a saída de Paulo Vaz, o anterior treinador.

“Conseguimos fazer história”

O Monte de Caparica está a ser a grande sensação da Taça AF Setúbal. Como é que o grupo está a viver a passagem às meias- finais da competição?

– O grupo está muito contente por ter consigo o apuramento. Conseguimos fazer história no Monte de Caparica porque nunca tinha conseguido chegar tão longe nesta prova. Com todas as dificuldades que passamos semana após semana, onde por motivos profissionais tenho vários jogadores que só podem treinar uma ou duas vezes por semana e por vezes não poderem ajudar a equipa ao dia de jogo. Por isso foi mesmo muito boa esta passagem. Foi um grande prémio para este grupo de jogadores.

O adversário na próxima eliminatória é poderoso. Acredita que o Monte pode ultrapassar o obstáculo e marcar presença na final?

– O próximo adversário, como toda a gente sabe, é das equipas mais fortes e que mais investiu na 1.ª divisão distrital, onde um jogador deles recebe mais ordenado que o nosso plantel todo junto. Mas no futebol joga-se de 11 contra 11 e a bola é redonda. Por isso, tudo pode acontecer. Jogamos em casa, onde temos os nossos adeptos, o nosso 12.º jogador que nos poderá ajudar muito para conseguirmos a passagem para a final. Nós acreditamos.

Em contraste com o Taça está o Campeonato, onde as coisas não têm corrido tão bem. O que falhou, neste caso?

– O campeonato não correu tão bem como a taça, talvez por termos pensado que ia ser um campeonato fácil. Nos grupos da taça fizemos um grande apuramento e pensámos que o campeonato iria ser igual. Agora, como já não conseguimos ir à fase final, o objectivo passa por ganhar os últimos três jogos que ainda faltam para acabar o campeonato, para dignificarmos o clube que representamos.

 

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