Órgãos sociais do Vitória discordam de modelo de auditoria

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Proposta da comissão de acompanhamento não foi aprovada por falta de consenso

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Os órgãos sociais do Vitória de Setúbal não chegaram ontem a acordo sobre o modelo de auditoria a implementar para dar seguimento à decisão aprovada pelos sócios do clube da I Liga de futebol na assembleia-geral.

Após a reunião em que estiveram presentes os representantes dos quatro órgãos sociais – Direção, Assembleia-Geral, Conselho Fiscal e Disciplinar e Conselho Vitoriano -, a proposta apresentada pela comissão de acompanhamento não gerou consenso entre os presentes, revelou Paulo Oliveira, presidente do Conselho Vitoriano.

“É uma matéria muito complicada, extensa e densa, por isso, vamos ter de voltar a reunir, porque não chegámos a consenso sobre o modelo de auditoria. A comissão apresentou um projecto e houve pessoas que concordaram e outras que discordaram”, disse à saída da reunião.

Paulo Oliveira explicou que em data a anunciar realizar-se-á nova reunião, lembrando que a decisão da auditoria foi aprovada na reunião magna do clube, em 28 de Novembro de 2018.

“Lembro que a realização da auditoria foi aprovada pelos sócios. Vai-se agora decidir qual o modelo mais económico e que seja menos prejudicial ao clube. Depois de definidos os moldes da auditoria, será agendada uma assembleia para os sócios se inteirarem da decisão”, referiu.

No encontro, que teve lugar na sala de reuniões do Estádio do Bonfim, esteve presente o presidente da Direcção do Vitória de Setúbal, Vítor Hugo Valente, que remeteu as conclusões para o líder do Conselho Vitoriano.

A comissão de acompanhamento da auditoria é composta por dois membros do Conselho Fiscal e Disciplinar, entre eles o presidente Paulo Mateus, e por três sócios nomeados para o efeito.

Lusa

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