Câmara inicia 2019 com duodécimos na carteira

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O Orçamento da Câmara do Seixal para 2019 era de 89 milhões de euros, mas a Assembleia Municipal não gostou do planeamento, chumbou o documento e agora a gestão comunista vai ter de encontrar soluções. Um novo Orçamento não será antes de dois meses

 

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Depois da oposição ter chumbado na Assembleia Municipal o Plano e Orçamento da Câmara do Seixal 2019, a gestão CDU está obrigada a encontrar soluções para o próximo ano de mandato. Para o presidente da Câmara, Joaquim Santos, o primeiro passo será entrar o novo ano a gerir a autarquia em duodécimos.

Diz o presidente que depois do Orçamento Municipal ter sido rejeitado em finais de Novembro, “não há tempo de fazer um novo até ao final do ano”. É que numa Câmara com a dimensão da do Seixal, a 15.º do país, “um Orçamento leva, pelo menos, dois menos a ser feito”, isto para escolher as decisões a tomar e qual o seu planeamento. Assim sendo “a única opção plausível é entrar 2019 com um Orçamento por duodécimos”, adianta Joaquim Santos a O SETUBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO.

O chumbo do documento de planeamento para o próximo ano implica que a autarquia vai ter de se sustentar no Orçamento 2018, mais baixo em 2,5 milhões de euros que o esperado para o próximo ano – 89 milhões de euros – um encurtamento que Joaquim Santos admite ter consequências. Para não ter de ficar sujeito a este quadro, o autarca irá falar com as forças políticas e espera que haja entendimento para não ter mais um Orçamento chumbado. Mas feitas as contas, um novo Orçamento para ser votado na Assembleia Municipal talvez só no início de Abril.

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