Tertúlia-tauromáquica Setubalense espera milagre para nova Sede

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Em Outubro a direcção da Tertúlia-tauromáquica Setubalense foi informada que teria que deixar as actuais instalações. O novo proprietário entretanto suspendeu o despejo, enquanto a Tertúlia aguarda um possível mecenas que tarda em chegar

 

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A Tertúlia-tauromáquica Setubalense continua em risco de não conseguir preservar o seu espólio, com mais de 40 anos.

Com sede fixada no número 7 da Travessa Gaspar Agostinho, o grupo aficcionado da tauromaquia de Setúbal, fundado em 1974, foi informado em Outubro pelo proprietário do prédio, que não poderia permanecer no apartamento cedido, em mecenato, há vários anos para as actividades da Tertúlia.

O despejo estava apontado para dia 31 de Outubro, mas o actual proprietário não quis colocar todo o espólio da associação em risco e tem aguardado por soluções, na esperança que a Tertúlia seja apoiada pela autarquia e o seu espólio colocado noutro lugar.

“Uma sala na Praça de Touros Carlos Relvas seria o ideal para nós”, referiu António Ferreira, um dos fundadores da Tertúlia-tauromáquica Setubalense, ao jornal O SETUBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO.

António Ferreira afirma já ter contactado a autarquia, no sentido de “procurar apoio para um novo espaço, sem custos”. Um local onde seja possível colocar o espólio da associação, “que é representativo da história da tauromaquia, não só de Setúbal, mas de todo o distrito”. Mas até ao momento não foi possível obter qualquer resposta.

As semanas passam e nenhuma solução surge. O actual proprietário, que pretende ocupar o apartamento para instalar o escritório de uma empresa dedicada à actividade agrícola, continua à espera de uma solução por “não querer deixar a Tertúlia sem tecto”, afirma, mas o facto é que “precisamos avançar”, comenta Vanda Lopes que também integra a empresa agrícola.

Vanda Lopes esclarece que “tem sido esperada alguma solução de apoio, por parte de algum mecenas, mais que não seja para preservar o espólio em algum lugar. Porque, neste momento já não sabemos o que esperar nem o que fazer mais por esta associação”.

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