ETERMAR é empresa nacional melhor equipada para obras no mar

Empresa prevê encerrar ano com 45 milhões de volume de negócios

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Fundada em 1968 pelo Engenheiro Pedro Barreto, a empresa completa 50 anos, com uma crescente actividade no estrangeiro

 

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A ETERMAR – Engenharia e Construção, sediada em setúbal e com 50 anos de actividade na área da engenharia e desenvolvimento de projectos de grande complexidade em termos de obras portuária, assume-se como a empresa nacional melhor apetrechada em de equipamentos para obras marítimas.

No momento, as principais obras e projectos a que está dedicada sao o emissário submarino de Túnis, na Tunísia, com um comprimento de 6,3 quilómetros; o emissário submarino de Salé, em Marrocos; e a conclusão da ampliação do Hotel Galomar, na Madeira.

A administração refere um contexto em que, “embora se verifique um ligeiro aumento de obras a concurso, o valor das propostas continua a ser demasiado baixo, reflectindo uma concorrência pouco racional economicamente”. E que “vai ter reflexos na actividade num futuro próximo”.

Apesar das dificuldades do mercado interno, a ETERMAR prevê encerrar este ano com um volume de negócios na ordem dos 45 milhões de euros.

O desafio continua a ser a aposta na internacionalização, “através de projectos nas áreas onde somos reconhecidos, simultaneamente, entrar em outros mercados que necessitem engenharia especializada”.

Objectivos traçados tendo em conta o êxito alcançado nos projectos realizados em países e culturas tão diferentes como o caso da Argélia, Brasil, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Malta, Marrocos, República Dominicana ou Tunísia.

“Uma demonstração de que a aposta feita na formação dos colaboradores, a adaptação da gestão dos diferentes sectores a novas exigências e o investimento em meios de equipamento de um modo muito criterioso adequando-o às novas necessidades, foram sem dúvida factores chave para que a ETERMAR seja hoje uma empresa internacional com reconhecida competência”, afirma a administração.

Em 1968 a ETERMAR iniciou a sua actividade em Setúbal com a construção de um edifício de 11 pisos, para habitação, no centro da cidade. Dois anos depois a direcção decidiu tirar partido da experiência dos seus técnicos fundadores na área das obras portuárias, dando deste modo início à actividade no domínio das obras marítimas. Desde então a ETERMAR participou nas obras marítimas “mais exigentes realizadas em Portugal”.

Em 1985, com uma acção pioneira, participou na construção dos primeiros emissários submarinos: Carvoeiro (1989), Baleeira (1989), Sagres (1990), Espinho (1992). E, em paralelo, executou o projeto de construção dos primeiros recifes artificiais em Portugal, na Costa Algarvia, em 1990.

A partir de 1997 a ETERMAR executa diversos projectos na área da hidráulica agrícola. Neste sector dos regadios agrícolas desenvolve e executa projectos inovadores em Trás-os-Montes e no Alqueva, de onde se destacam as redes de rega, barragens de aterro zonado, canais trapezoidais e túneis hidráulicos.

No final da década de 1990 inicia uma nova actividade na área do transporte por cabo, com a construção dos primeiros teleféricos na Ilha da Madeira: o teleférico da Rocha do Navio, em 1998 e o teleférico do Funchal, em 2000.

O modelo de gestão sólido e a competência dos seus quadros técnicos, associados a um conjunto de equipamentos marítimos próprios, permitiu, a internacionalização em 2006. Época em que a empresa ganhou os primeiros concursos internacionais, entre os quais se destacam os emissários submarinos de Tanger e Tetouan, em Marrocos e a construção do primeiro cais na Guiné Equatorial. Seguindo-se o Porto de Oran e as tomadas de água para a dessalinizadora de Fouka na Argélia.

Em 2010 a ETERMAR iniciou a década apostando no aumento do capital social de 15 para 25 milhões de euros, por incorporação de reservas, permitindo à empresa melhorar os seus índices financeiros e competitividade no mercado internacional.

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