Adega de Pegões sobe em todos os indicadores económicos

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Crescimento da facturação e das exportações resultaram num ano em cheio, que até chegou a constituir recorde histórico

 

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Com 59 empregados, a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões entrou no top 100 das 500 maiores empresas do distrito de Setúbal. Vulgarmente conhecida como Adega de Pegões, a produtora vitivinícola com sede no concelho do Montijo atingiu a 97.ª posição do ranking alusivo a 2017, depois de ter alcançado uma variação positiva de 8,76% no volume de negócios em relação a 2016. A facturação da cooperativa foi superior a 18 milhões de euros em 2017 (€18.094.255), quando no ano anterior se havia quedado pelos 16,6 milhões (€16.637.024).

Os resultados alcançados em termos de exportações foi igualmente bastante positivo. De 3,7 milhões de euros (€3.788.666) de valor de exportações conseguido em 2016, a Adega de Pegões subiu, em 2017, para os 4,2 milhões (€4.224.856), registando uma subida da taxa de exportações de 22,77% (em 2016) para 23,35% (em 2017). A variação do valor de exportação foi positiva e atingiu os 11,51%.

Até à chegada do presente ano, 2017 constituiu-se como ano recorde na história da cooperativa. “Foi um excelente ano, um ano em que tudo correu bem, como felizmente tem corrido nos últimos anos para Pegões. Foi um ano em que crescemos muito, tanto fora como cá dentro e que foi o melhor de sempre até então, porque o de 2018 vai ser melhor ainda”, analisou Jaime Quendera, sócio-gerente e enólogo da Adega de Pegões, que já faz as contas ao ano corrente.

“Este ano de 2018 foi o melhor de sempre em tudo, ao nível de mercado nacional, em exportações também, crescemos igualmente em todas as frentes. Apesar de ainda faltar pouco mais de um mês para o final deste ano, sabemos que estamos com crescimento muito grande”, salientou.

Aposta em todas as frentes de mercado

Quanto ao futuro próximo, o responsável não faz por menos: manter atenções viradas para o mercado interno e apostar igualmente onde a cooperativa tem maior margem de crescimento, ou seja, no mercado estrangeiro.

“Com a dimensão que temos, somos obrigados a trabalhar em todas as frentes. O mercado nacional é muito importante para nós, porque Pegões é visível em Portugal, tem uma marca forte e não podemos descurar aquele que ainda é o maior mercado que temos, que é o português. Mas, continuamos em força no mercado externo, porque aí é que podemos crescer”, apontou, reforçando de seguida: “O mercado nacional acaba por estar já muito ocupado e onde crescemos mais é no externo, mas continuamos a apostar à mesma no mercado interno.”

O enólogo deitou ainda um breve olhar sobre a quantidade e a qualidade da vindima deste ano. “A produção em 2018 é inferior à do ano anterior, mas a qualidade é muito boa e pelo menos irá manter-se igual à de 2017”, vincou, adiantando que a cooperativa estima poder aumentar a facturação em 2019.

Todavia, defende que “ainda é cedo” para grandes análises à produção do corrente ano. “O sector do vinho é um sector em franco desenvolvimento, muito devido às exportações. O mundo está a despertar para o vinho e esperamos continuar a crescer, se não for a dois dígitos que seja a um, o que para nós já é importante”, afirmou a concluir.

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