Câmara confia que vai agarrar verbas da Europa para Parque da Várzea

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Se tudo correr como o esperado, o Parque Urbano da Várzea deverá ser uma realidade, mas primeiro é preciso captar o interesse da Europa para disponibilizar fundos comunitários. Contas já feitas pela autarquia, a obra deverá rondar os 4,5 milhões de euros

 

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A Câmara de Setúbal está confiante que o projecto urbanístico e ambiental Parque Urbano da Várzea vai conseguir financiamento europeu para saltar para o terreno. Na apresentação pública do projecto, na passada semana, a presidente da Câmara, Maria das Dores Meira, já tinha dito que os técnicos da autarquia iriam insistir em Bruxelas para agarrar esta verba, e foi isso que aconteceu esta semana.

Uma equipa do município participou numa sessão de esclarecimento no Parlamento Europeu sobre a quarta linha de acesso ao fundo comunitário “Intervenções urbanas inovadoras”, que numa das suas áreas de financiamento, visa incentivar a promoção de projectos destinados ao uso sustentável do território e soluções baseadas na natureza.

“Esta reunião informativa constituiu uma oportunidade para a Câmara Municipal de Setúbal recolher e validar as possibilidades de candidatar o projecto do Parque Urbano da Várzea a financiamento comunitário”, refere comunicado da autarquia.

O anteprojecto do Parque Urbano da Várzea, já apresentado publicamente em Setúbal, contempla a criação de uma vasta área de lazer, com 19 hectares, que inclui lago artificial, quinta pedagógica, campos desportivos e de aventura, parques infantis, miradouros, quiosques, jardins e zonas de recreio, num total de 17 equipamentos e usos distintos.

O parque, com um investimento estimado de 4,5 milhões de euros, para o qual a Câmara Municipal de Setúbal procura apoio de fundos comunitários, contempla ainda a criação de mais bolsas de estacionamento automóvel e a expansão da Avenida de Moçambique, que passa a estar ligada à Avenida dos Ciprestes.

Para além da função de lazer, o Parque Urbano da Várzea visa mitigar o efeito das cheias na cidade, através de uma obra estruturante a nível de engenharia hidráulica, actualmente em curso, com acções de alteração topográfica para descida das cotas de terreno e a criação de uma bacia de retenção pluvial, para mais capacidade de armazenamento de água.

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