AISET espera que braço de ferro no Porto de Setúbal tenha rápida solução

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A maior parte das empresas associadas da AISET são exportadoras da região e clientes do Porto de Setúbal, a paragem na movimentação de cargas está a ser tomada como grande preocupação

 

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O conflito laboral no Porto de Setúbal, entre estivadores e a empresa de trabalho portuário Operestiva, está a espalhar preocupações no sector empresarial sedeado no distrito, que usa esta infraestrutura para a movimentação das suas encomendas.

Com a paralisação dos trabalhadores de estiva desde 5 de Novembro, não há movimentação de cargas nos terminais de contentores e ro-ro o que leva a Associação Industrial da Península de Setúbal – AISET a afirmar-se também “preocupada”.

Sendo os associados da AISET predominantemente empresas exportadoras da região, e clientes do Porto de Setúbal, “todas as dificuldades criadas ao expedito e regular escoamento das suas encomendas para clientes no exterior provocam acrescidas dificuldades e prejuízos na sua operação que devem ser evitadas”, diz Nuno Maia Silva, director-geral da AISET em representação da Secil.

Perante este quadro, a associação de empresariado revela ter “expectativa” que este conflito seja “rapidamente sanado através de uma solução negociada entre as partes, permitindo o rápido reatamento das operações portuárias a um ritmo intenso que facilite a regularização dos carregamentos em atraso e não perturbe o dinamismo das empresas da região e, logo, a criação de emprego e riqueza”.

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