Dupla de Setúbal vence concurso de doçaria

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Ana Fráguas e Paulo Carvalho das “Cegas Tradições” apresentam novo doce “feito com produtos da região, desde queijo de Azeitão, moscatel, alfarroba e laranja”

 

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O concurso de doçaria, que se realizou no sábado, na Casa Mãe da Rota dos Vinhos, contou com a participação recorde de 22 doces, divididos pelas categorias de Doce de Colher, Doce de Fatia e Doce Seco ou Biscoito.

O júri presidido por Gilberto Costa da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril contou com Paula Magalhães, em representação da Câmara de Palmela, Lídia Marques, da Confraria Gastronómica, Jorge Mares, presidente da Junta de Freguesia e Manuel Rasteiro, representante da Entidade Regional de Turismo de Lisboa, que depois de provarem os 22 doces, durante quase três horas, atribuíram a pontuação máxima ao “Amor Salgado”.

Ana Fráguas e Paulo Carvalho das Cegas Tradições de Setúbal foram as vencedoras do Prémio Absoluto, explicaram que o “Amor Salgado” “é feito com produtos da região, desde queijo de Azeitão, moscatel, alfarroba e laranja”. Com um atelier de doçura há dois anos nas portas de S. Sebastião, onde funciona o laboratório e a cozinha, as Cegas Tradições apostam também nas casquinhas e doce de laranja, lançam o desafio “venham degustar as nossas iguarias neste espaço informal para ficarem a conhecer a qualidade e a tradição, que temos para oferecer”.

Ana Ferreira veio de Pegões e conquistou o 1º lugar na categoria do Doce de Colher com o “Doce de Pera e Moscatel”, enquanto o Doce da Avó, de Maria da Luz Silva, de Palmela venceu o prémio de Doce de Fatia. A Fogacinha venceu a terceira categoria de Doce Seco ou Biscoito.

O vereador do Turismo, Luís Calha, destacou a importância do evento, que “foi uma peça do puzzle no binómio entre a doçaria e a gastronomia de Palmela, que está na moda”, pois 12 dos doces apresentados foram confecionados com moscatel. O autarca considerou importante a participação de tantos doces e prometeu “vamos continuar a apostar neste casamento feliz entre a gastronomia e o turismo”.

 

Fátima Brinca

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