Remodelação da imagem

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AMERICO LOURENÇO
Vigilante no Porto de Sines
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Aproxima-se a passos largos, um ano com vários actos eleitorais, onde os cidadãos com livre arbítrio, poderão exercer o seu dever, na escolha daqueles que pensam que serão os seus legítimos representantes nos órgãos governativos, e demais entidades que prestam serviço aos cidadãos.
Acontece que nem sempre aqueles

que pensamos ser os nossos melhores representantes, são os mesmos que merecem a nossa confiança e dignos de ocupar cargos de relevo na sociedade que tenham como fim último, um bom serviço aos cidadãos, quando na grande maioria das vezes, se servem a si próprios, ou são incapazes de responder aos desafios para os quais foram indigitados.
A recente remodelação governamental, mais não foi do que uma tentativa de mudança de imagem, tendo em vista o horizonte eleitoral, mas sem que sejam tidas em conta, as capacidades e a competência dos nomeados para o exercício do cargo, o que acaba também por ser uma tentativa de sobrevivência politica, face a alguns acontecimentos negativos que tem manchado a imagem do governo.

Temos admitido ao longo dos anos, que a classe politica seja permeável ao compadrio, como o provam os casos recentes e os processos judiciais em curso, sendo que enquanto cidadãos temos o dever de exigir maior rigor, e não devíamos admitir ser enganados por pessoas que ocupam cargos devido apenas a relações amistosas, ou então a remodelação governamental, será apenas uma operação de cosmética.

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