Museu Naval conta memórias sobre a Lisnave

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O que foram os agora ex-estaleiros da maior indústria naval sedeada na região? O que alguns esqueceram e outros não sabem pode ser visto numa mostra em Cacilhas, bem junto ao Tejo 

 

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A história da Lisnave na Margueira, desde a sua fundação em 1967 até à paragem dos estaleiros em 2000, vai ser contada através de uma exposição no Museu Naval, a ser inaugurada dia 15 e aberta ao público a 19.

O que foram e a importância dos agora ex-estaleiros de reparação naval é o tema desta mostra patente no espaço do Olho de Boi, Cacilhas. “Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada”, propõe um “percurso pela história recente do concelho de Almada feito a partir de um espaço industrial que persiste na memória colectiva dos almadenses”, desvenda a autarquia sobre a exposição”. E ainda ao vivo, ao correr da doca 13, o pórtico de 300 toneladas eleva-se como marco na paisagem urbana.

Nesta exposição é possível encontrar narrativas, imagens, objetos, notícias e acontecimentos que se cruzam e para os quais a comunidade foi chamada a contribuir com as suas experiências, histórias e memórias. A proposta é contar a história da Lisnave, dos seus trabalhadores, mas também se aponta para o futuro, para formas de repensar a cidade através do projecto Cidade da Água”.

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