Residencial dos Ferroviários abre portas à comunidade

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Internamento já está a funcionar. Segue-se o apoio domiciliário

 

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Por Fátima Brinca

A Residencial dos Ferroviários, no Pinhal Novo, abriu em Abril e está a ser utilizado por 45 utentes na área do internamento, enquanto aguarda pela autorização da Segurança Social para o apoio domiciliário a 40 idosos.

Inicialmente a residencial foi concebida apenas para receber ferroviários, mas face à disponibilidade de quartos, a associação procedeu à alteração dos estatutos para poder receber outros utentes.

O presidente da associação, Carlos Marques, explica que “a Residencial tem capacidade para 75 utentes e, neste momento, temos 45 ferroviários, estando os restantes quartos disponíveis para a comunidade em geral”.

A residencial tem para oferta o apoio domiciliário a 40 idosos, revela o dirigente associativo, “mas será lançado em Janeiro e ainda não avançámos por falta de sustentabilidade económica” para além de “aguardarmos a autorização da Segurança Social”.

A residencial sénior foi um sonho dos ferroviários do Pinhal Novo, depois da abertura do primeiro lar em 1992, no Entroncamento, “construído com dinheiros da associação”, explica Carlos Marques, e “contámos com o apoio da Câmara de Palmela que nos cedeu um terreno em direito de superfície e isentou-nos das taxas urbanísticas”.

Os utentes que não sejam ferroviários, destaca, “terão custos iguais e os pagamentos serão estipulados consoante a tipologia dos quartos entre 820 e 1300 euros”, mas “continuaremos disponíveis para receber todos os ferroviários da região”.

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