CDS-PP Montijo, exige mais investimento da autarquia na segurança pública

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É uma realidade insofismável, que a deterioração das condições das forças de segurança pública, são uma forte ameaça às democracias.

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Devemos estar gratos aos profissionais da Esquadra da PSP de Montijo, por todos os dias com o seu esforço e dedicação, contribuírem de forma decisiva para a segurança das nossas famílias e bens, mantendo o Montijo fora da estatística dos concelhos mais problemáticos deste complicado distrito de Setúbal, que é o 3º com mais criminalidade a nível Nacional.

No edifício sede da Esquadra, envelhecido pelo tempo e uso intensivo, há anos que se arrastam as dificuldades de habitabilidade. Salas cheias de caliça, de fungos e bolor nos tetos e paredes, provocando reações alergénicas, onde já existe 1 gabinete inabitável devido à deplorável qualidade do ar.
Urge pintar o edifício por dentro e por fora, de forma planeada e faseada, que garanta a continua operacionalidade funcional, da rotina do dispositivo de segurança.

Não se admite que no Montijo, o reconhecido por toda a comunidade educativa e experiente elemento da PSP de Montijo, que dá corpo ao projeto “Escola Segura”, ainda não possua viatura própria para a função, nem um computador portátil. Ao contrário do que acontece em outras cidades de norte a sul do país, onde as autarquias há muito investiram nessas condições e meios, que são ferramentas essenciais, para assegurar a continuidade da enorme qualidade e mais-valia, das regulares apresentações em todas as escolas do concelho.

É imperativo que a Câmara Municipal de Montijo reserve 40 ou 45 mil euros dos seus cerca de 6 Milhões de euros de investimento para 2019, a fim de colocar ao serviço do projeto “Escola Segura”, um automóvel elétrico ou híbrido e um computador portátil, assim como a pintura interior e exterior do edifício sede da Esquadra. As pessoas e o edifício necessitam que seja feito com o máximo de urgência.
A segurança é um direito dos munícipes e um imperativo constitucional, mas é simultaneamente um dever do Estado e o Estado somos Nós, isto é o mínimo que os munícipes de Montijo devem exigir, que a Câmara Municipal faça pela nossa segurança, com uma pequena parcela dos nossos impostos e taxas. E não servem as desculpas de alegar que estava tudo previsto, pois são situações que se arrastam há muitos orçamentos, nem a desculpa de que vem aí, sabe-se lá quando, uma nova esquadra com um novo “aeroporto”. Exigimos proatividade e ação, já e agora.
A PSP e a GNR, que a nível nacional muitas vezes executam a sua missão com o sacrifício da própria vida e que esta Geringonça no Orçamento do Estado para 2019, mais uma vez, parece tê-los deixado de fora no descongelamento das suas carreiras especiais, dos aumentos e não revendo o regime de disponibilidade permanente das forças de segurança, empurrando-os para a desmotivação e desanimo, refletindo a opção deste governo pela escassez de pessoal e ausência de meios, tornando cada vez mais difícil às chefias, a árdua tarefa de manter uma estrutura disponível e motivada, na sua insubstituível e inestimável missão de combate ao crime.

Apesar de propostas simples e de fácil execução, esta é a forma pragmática e construtiva como o CDS-PP Montijo usa a sua Voz, em nome de um Montijo mais Justo e Verdadeiro. Exigimos que a Câmara atue antes que a criminalidade aumente, por falta de condições básicas das forças de segurança e do normal dever de investimento de uma autarquia, na segurança dos seus munícipes.

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