Manifestação no Barreiro contra passividade do tribunal para com agressor sexual

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Homem ataca mulheres na rua há meses mas continua à solta por alegadamente sofrer de perturbações mentais

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Mais de 30 pessoas protestaram esta quinta-feira, publicamente, à porta do Tribunal do Barreiro, contra a tolerância do tribunal para com um homem que ataca mulheres na via pública há já alguns meses.

O protesto, hoje de manhã, entre as 09 e as 11 horas, juntou vitimas e mães ou outros familiares.

O homem, Bruno Costa, que trabalha como segurança numa empresa privada, é acusado de importunar, assediar e agredir jovens e mulheres.

Persegue as vitimas na rua, importunando-as sexualmente, apalpando, exibindo-se e masturbando-se e, quando estas reagem, ameaça-as e chega a agredi-las.

Já foi detido e presente a juiz alguma vezes mas acaba sempre em liberdade por sofrer de perturbações mentais.

Os manifestantes exigem que o tribunal resolva o problema, decidindo a prisão ou o internamento do agressor.

O total de casos reportados por populares aproxima-se das duas dezenas. Há casos no Barreiro, no Lavradio, e a policia está a investigar se incidentes idênticos em Lisboa serão do mesmo autor.

Ao que o DIÁRIO DA REGIÃO apurou, o homem agora foi viver para casa de uma familiar, no Alentejo, para ficar afastado da zona onde a sua actividade já está a gerar o alarme social que se vê.

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