Pacheco Pereira derrota Jonas Runa em partida de xadrez sónica e luminosa

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O artista Jonas Runa desafiou José Pacheco Pereira a participar, na última sexta-feira, na Baía do Tejo, no Barreiro, numa partida de xadrez sónica e luminosa, na qual as jogadas activavam composições de som e de luz. Pacheco Pereira foi o grande vencedor da noite.

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“Jonas Runa vs José Pacheco Pereira” teve como objectivo apresentar duas novas obras sonoluminescentes do artista, “Reunion XXI” e “Oumuamua”, e assinalar o encerramento da exposição “O que faz falta é agitar a malta”, inaugurada a 24 de Abril, no Espaço Ephemera, no Parque Empresarial da Baía do Tejo.

Na ocasião foi anunciada a próxima exposição deste espaço, que terá como tema “Maio de 68”, uma mostra que retrata o “tempo em que a vanguarda não era reacionária”, com obras inéditas de Jonas Runa, inspiradas na vida e na obra de Jorge Lima Barreto.

A partida sónica e luminosa celebrou também os 50 anos de Reunion, uma performance colaborativa concebida pelo compositor norte-americano John Cage, que contou com a participação dos artistas Marcel Duchamp e Teeny Duchamp e com música electrónica de David Behrman, Gordon Mumma, David Tudor e Lowell Cross, realizada a 5 de Março de 1968, no Ryerson Theatre, em Toronto, no Canadá.

Jonas Runas já passou por instituições da China (798 Art District), Dinamarca (ARoS Kunstmuseum), Alemanha (Galeria Scheffel), Bélgica (Fundação Logos), Chile (Museu de Arte Contemporânea, Santiago), França (Théâtre de la Ville), Brasil (teatros Cacilda Becker e Martim Gonçalves) e Portugal (Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Culturgest).

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