Suspeito de sequestro e roubo no Barreiro fica em prisão preventiva

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O Tribunal de Instrução Criminal de Santarém decretou a prisão preventiva para o homem indiciado por sequestro e roubo agravado, crimes praticados em Agosto de 2017 no Barreiro e no Porto Alto (Benavente).

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Em comunicado, a Procuradoria da Comarca de Santarém afirma que a medida de coacção mais grave foi aplicada, quarta-feira, no final do primeiro interrogatório judicial, sendo o homem, com 30 anos, natural de Tomar (Santarém) e residente em Vialonga (Vila Franca de Xira, Lisboa), suspeito de integrar um grupo de cinco membros que, a pretexto de um negócio de mariscos, sequestrou, agrediu e abandonou, no Porto Alto, um homem a quem foram roubados 4.000 euros.

O homem foi detido quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal, estando indiciado da prática de sete crimes de roubo agravado e um de sequestro agravado, praticados entre 11 e 19 de Agosto de 2017, no Barreiro e em Porto Alto.

No comunicado emitido quarta-feira, a PJ afirmava que o arguido terá abordado a vítima numa zona do Barreiro frequentada por mariscadores, a pretexto de um negócio de amêijoa, mas, em vez de concretizar o negócio, obrigou a vítima a entrar numa viatura sob ameaça de arma de fogo e seguiu em direcção a um local próximo do Porto Alto.

Segundo a PJ, durante o trajecto até à zona do Porto Alto, “a vítima foi violentamente agredida e espoliada de 4.000 euros, em numerário”, tendo sido posteriormente abandonada.

Na operação policial que culminou com a detenção do suspeito e que contou com a colaboração da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, do Comando Territorial de Lisboa e da Unidade de Intervenção da Guarda Nacional Republicana, foram efectuadas várias buscas, na terça-feira, em que foram apreendidas três armas de fogo, entre as quais uma ‘shotgun’.

A medida de coacção atendeu ao alegado pelo Ministério Público, de existência dos perigos de fuga, de continuação da actividade criminosa e de perturbação do inquérito, afirma a nota da Procuradoria.

O Ministério Público acrescenta que pediu a prisão preventiva em alternativa à aplicação da medida de coacção de obrigação de permanência na habitação com vigilância electrónica, caso esta não fosse possível.

A investigação prossegue no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santarém, coadjuvada pela Polícia Judiciária, afirma a nota.

Lusa

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