JP Barreiro considera esclarecimentos da Transtejo/Soflusa “insuficientes e inconclusivos”

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O presidente da Juventude Popular (JP) do Barreiro, Hélder Leal Rodrigues, mostrou-se insatisfeito com os esclarecimentos prestados pelo Conselho de Administração da Transtejo e Soflusa, no seguimento do pedido de esclarecimento feito em relação aos navios disponíveis para as várias ligações fluviais da empresa e a previsão de investimento na reparação e aquisição de novas embarcações.

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“As respostas foram manifestamente insuficientes e inconclusivas”, referiu Hélder Leal Rodrigues, ao ter sido informado pela empresa Transtejo e Soflusa que os seis navios disponíveis são suficientes para garantir a totalidade das ligações fluviais entre o Barreiro e Lisboa.

“Não compreendemos como referem ser suficientes e não explicam os sucessivos atrasos e supressões de ligações”, salientou o líder da JP Barreiro.

A Juventude Popular questionou igualmente sobre a possibilidade de investimento em novos navios, tendo sido informada pela Transtejo que “a empresa encontra-se a levar a cabo as necessárias acções de manutenção para garantir a renovação dos certificados de navegabilidade e normalidade da operação”.

Para Hélder Leal Rodrigues, “esta resposta surpreende bastante, pois o Ministro da Tutela anunciou a aquisição de 10 novos navios, previstos até 2022, e a empresa responsável não tem uma palavra sobre o assunto”.

“Iremos pedir esclarecimentos ao Ministro do Ambiente, não podem ser anunciados novos navios num dia e no dia seguinte a empresa, que é pública, ter uma posição, não direi contrária, mas pelo menos incoerente”, concluiu Hélder Leal Rodrigues.

Segundo a empresa, não estão igualmente previstos novos horários, nomeadamente no serviço noturno, até ser avaliado o novo contrato de serviço público.

A Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão à capital.

Nos últimos meses, ambas as empresas enfrentaram vários problemas devido à falta de barcos e a avarias sucessivas nos que estão operacionais.

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