Bruno Vitorino recandidata-se à Distrital do PSD com saúde no topo das prioridades

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Bruno Vitorino vai recandidatar-se à presidência da Distrital de Setúbal do PSD, que irá a votos a 9 de Março próximo, e elege como uma das prioridades de agenda a área da saúde.

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“A exemplo do que sucedeu o ano passado, continuamos a assistir a uma situação caótica nos hospitais do distrito. O desinvestimento contínuo que o Governo PS, com o aval de BE e PCP, tem feito na saúde tem resultado no decréscimo da qualidade dos serviços de saúde”, começa por justificar o social-democrata em nota de Imprensa.

Bruno Vitorino afirma ainda que “a dívida no sector da saúde continua a subir para os valores registados antes da entrada da troika em Portugal” e lembra que, ao mesmo tempo, “a degradação dos serviços prestados aumenta, com grande prejuízo para os utentes”.

Como exemplos, além do caos nas urgências, o social democrata lembra “os inúmeros casos de encerramentos temporários das maternidades, por incapacidade de resposta dos serviços, que obrigam a que a grávidas tenham que ser deslocadas dos seus hospitais de referência para outras unidades mais afastadas, inclusivamente para Lisboa”. E volta a apontar baterias ao Governo.

“Em vez de resolver os problemas concretos, os socialistas continuam mais preocupados em prometer o Hospital do Seixal, repetindo todos os passos do processo, que os próprios já tinham feito há 10 anos”, atira.

O líder distrital do PSD vai até mais longe ao considerar que o Governo “tem sido uma desilusão” no que diz respeito ao Distrito de Setúbal, já que, sustenta, “os níveis de investimento público, nas áreas da saúde, transportes, infra-estruturas e educação, é dos piores de sempre”. Neste particular, Bruno Vitorino, de resto, resume a acção do Governo a meras “promessas que nunca saem do papel”.

Sobre o futuro do PSD, aponta como objectivos ajudar a aumentar a votação do partido nas eleições europeias e nas legislativas. A concluir, deixa a garantia de que irá “continuar a apostar no trabalho de fortalecimento das estruturas do partido e na política de proximidade com as pessoas”, de forma a que os social-democratas continuem “a ser uma voz activa na defesa da qualidade de vida e das aspirações das populações”.

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