Cripta Arqueológica de Alcácer do Sal bate recorde de visitantes em 2017

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Número de visitas aumentou 13,9% em relação ao 2016. Esmagadora maioria dos visitantes são portugueses. Seguidos de turistas do Reino Unido, Espanha e França. Terceiro trimestre do ano foi o que registou maior afluência

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O número de visitantes da Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal aumentou 13,9% no ano passado, em comparação com 2016 que havia sido o ano que registara maior afluência, revelou a Câmara Municipal.

“A procura da Cripta Arqueológica para visitas turísticas e pedagógicas aumentou em 2017, mantendo a tendência que se verifica desde 2012 e que afirma o espaço museológico como um dos marcos patrimoniais mais visitados do concelho”, congratulou-se o município, em comunicado.

Segundo os dados divulgados pela autarquia, em 2017 estiveram na Cripta 7.846 turistas, ou seja, mais 13,9% do que em 2016, que tinha sido o ano a registar mais visitantes (6.889).

Os turistas nacionais são os que mais têm passado pelo espaço museológico e, no ano passado, registou-se um aumento de 13% na procura, pois, do total de visitantes, 6.072 foram portugueses.

Os outros 1.774 foram estrangeiros, sobretudo provenientes do Reino Unido (846), Espanha (480) e França (234), acrescentou a Câmara.

“O maior número de visitas ocorreu no 3.º trimestre” do ano, em Julho, Agosto e Setembro, estando em destaque as visitas de âmbito turístico, que cresceram 8,7%, indicou o município, referindo que, na vertente pedagógica, foram realizadas “mais 34 visitas do que em 2016”.

O turismo sénior, de acordo com a autarquia, “é o que mais se evidencia: em 2017, as visitas da faixa etária com idade igual ou superior a 60 anos quase duplicaram, tendo crescido 49,4%”.

O monumento, escavado no subsolo do castelo e do antigo Convento de Aracoelli, hoje transformado em pousada, está aberto ao público desde 2008.

A Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal “proporciona uma leitura diferenciada de 27 séculos de história que se entrecruzam no mesmo espaço subterrâneo”, assinalou a autarquia.

“Nos corredores em forma de claustro subterrâneo encontra-se um conjunto de vitrinas que convida a admirar as peças mais relevantes” dos vários períodos históricos, segundo informações do município.

No interior, acrescentou, existe ainda “um conjunto de estruturas, muros, pavimentos e silos que espelham a ocupação” do espaço.

No Inverno, o espaço museológico está aberto de terça-feira a domingo, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (a última entrada ocorre meia hora antes do encerramento em cada período).

DIÁRIO DA REGIÃO com Lusa

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