Sismo sentido em Setúbal e Alentejo esta manhã (notícia actualizada)

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Pessoas relatam ter sentido a terra a tremer, na Praça do Bocage e um pouco por todo o distrito. Já a Fonte Nova parece não ter sentido nada

 

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O tremor de terra que se registou esta segunda-feira de manhã foi sentido pelas pessoas na cidade de Setúbal e um pouco por toda a região.

Testemunhos ouvidos pelo DIÁRIO DA REGIÃO dão conta de que pessoas que se encontravam no gabinete de trabalho, na Praça do Bocage, em Setúbal, sentiram o abalo, e comunicaram a colegas. Já outra pessoa que no momento se encontrava nessa zona da cidade, não sentiu nada, possivelmente por estar na rua, de pé.

Em São Gabriel, também em Setúbal, um leitor afirma ter sentido o abalo.

Já na Fonte Nova, bairro do Troino, zona mais antiga da cidade sadina, parece não ter sido notado o tremor de terra. Em vários comércios onde o DIÁRIO DA REGIÃO fez a pergunta, antes das 13 horas de hoje, nenhuma pessoa disse ter sentido.

Os relatos de pessoas que sentiram o sismo chegam-nos de vários outros locais da região, nomeadamente de Fernão Ferro, Quinta do Conde e Baixa da Banheira.

Em Fernão Ferro, Rute Murteira, sentiu abalo quando estava sentada. “Eu estava sentada no sofá e pensei que estava a ficar maluca mas afinal é verdade”, disse.

O sismo com magnitude 4.9 na escala de Richter foi sentido esta manhã, às 11h51, na região sul do país. O abalo, que teve epicentro a seis quilómetros a Norte-Nordeste de Arraiolos, no distrito de Évora, foi sentido em Setúbal, Alentejo e em Lisboa.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou em novo comunicado que o abalo foi sentido “com intensidade máxima IV (escala de Mercalli modificada) na região de Elvas.

“Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais”, lê-se no mesmo comunicado.

O Instituto recorda que a localização do epicentro de um sismo “é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas”, lembrando que “agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes”.

“Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, acrescentou.

 

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