MONTIJO | Presidente do Olímpico ‘estranha’ declarações do vereador do PSD/CDS

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O presidente do Clube Olímpico do Montijo (COM), João Monteiro, reagiu, através de comunicado, às declarações proferidas pelo vereador eleito pelo PSD/CDS, João Afonso, que, em reunião de câmara, focou a existência de salários em atraso no clube. O responsável pelo Olímpico diz estranhar as afirmações do autarca e lembra que o assunto é do foro interno do clube. Ainda assim, explica que o Olímpico tem apenas dois jogadores assalariados, admitindo que houve “intermitência na liquidação de salários” a esses atletas.

“Deve ser esclarecido que neste momento o COM tem apenas como assalariados, dois jogadores oriundos do Brasil, com quem temos estabelecido contrato de trabalho profissional e que resultam dos compromissos assumidos na época anterior aquando do protocolo de desenvolvimento desportivo estabelecido com a empresa portuguesa, de capitais sauditas, Al-Ittihad, Lda. Em relação a estes atletas, embora tenha havido intermitência na liquidação do salário, sempre foi assegurado pelo clube o seu alojamento e alimentação”, afirma o presidente do clube, criticando de seguida a postura do vereador João Afonso.

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“Daí estranharmos o teor e o contexto das afirmações proferidas em sede de reunião de Câmara, pois são um assunto do foro interno do clube e que compete tão somente ao mesmo resolver.”

João Monteiro esclarece, por outro lado, o relacionamento existente entre o clube e a Câmara Municipal do Montijo.

“No que concerne à relação institucional com a CMM temos a referir que a mesma é o nosso principal parceiro (tal como a Junta de Freguesia de Montijo e Afonsoeiro) e que sempre no apoiou através da celebração do contrato-programa para cada época desportiva, para o desenvolvimento e cumprimento da nossa missão que é a prática do futebol de competição tanto a nível de competições amadoras (AF de Setúbal) como as não profissionais (Campeonato de Portugal e Taça de Portugal)”, frisa, adiantando de seguida: “No referido contrato ficam materializados os compromissos de ambas as partes e nunca até hoje a CMM se intrometeu na nossa actividade e na acção dos órgãos sociais.”

“Assim surpreendo-nos a informação relativa a suposta pressão junto direcção, pois a mesma tem pautado a sua acção pela veemente recusa de instrumentalização político-partidária da actividade do clube”, concluiu.

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