Municípios do Alentejo apresentam planos conjuntos para a Igualdade perante ministra da Presidência e secretária de Estado

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Estratégia envolve os municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines, Odemira e Aljezur. Luta pela igualdade de género e combate à violência doméstica unem autarquias do Litoral Sul

“Caminhos para a Igualdade” foi a temática do encontro realizado, na última terça-feira, em Alcácer do Sal, que serviu para apresentação dos Planos Intermunicipais para a Igualdade do Litoral Sul, motivando as presenças da ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, acompanhada pela secretária de Estado Rosa Monteiro. A iniciativa, que decorreu no Salão Polivalente dos Bombeiros Mistos de Alcácer do Sal, foi promovida pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal em parceria com a Segurança Social, a Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, municípios do litoral alentejano e outras entidades.

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Vítor Proença, depois de assistir ao retrato da igualdade de género no Litoral Sul e à divulgação dos planos intermunicipais na referida área – um relativo aos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines; e outro para Odemira e Aljezur –, assumiu que “a luta pela igualdade de género, o combate à violência doméstica e outras violências fazem parte da estratégia do município” a que preside. Ao mesmo tempo, vincou que os Planos Intermunicipais “integram a estratégia de cada um dos municípios” envolvidos no projecto.

O autarca adiantou que no Litoral Alentejo mantêm-se problemas complicados de desigualdade nomeadamente no que diz respeito às mulheres, afirmando: “Temos de nos empenhar no combate a esses indicadores”.

Já a ministra da Presidência enalteceu a importância do encontro, salientando que a colaboração entre autarquias e instituições é um exemplo do Governo de proximidade que defende. Sobre os Planos apresentados para combater as desigualdades, a governante realçou a necessidade de abrangência. “Depende de todos nós a mudança, porque todos temos de contribuir para mudar a mentalidade e a cultura instituída”, concluiu.

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