Estudos do Hospital do Seixal são lançados este mês mas impacto orçamental da construção recai em 2019

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O ministro das Finanças, Mário Centeno, disse esta sexta-feira, no Parlamento, que o investimento arranca nas próximas semanas

 

O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou hoje (17) que “até ao final do mês” vai “dar início à primeira fase formal do investimento no Hospital do Seixal”, de estudos, e o impacto orçamental será “na sua esmagadora maioria” em 2019.

“Vamos nas próximas semanas, até ao final do mês, dar início à primeira fase formal deste processo, que é a concretização de projetos e estudos e a adjudicação da fiscalização de todo o processo” relativamente ao Hospital do Seixal, disse Mário Centeno na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa onde está a ser ouvido a propósito da proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018).

O governante explicou que “o investimento no Hospital do Seixal vai ser definido a partir desses estudos” e que o impacto orçamental deste investimento “decorrerá na sua esmagadora maioria em 2019”, referindo que, segundo o planeamento atual, este hospital “estaria terminado no início de 2020”.

Já no final de setembro, o grupo parlamentar do PCP tinha questionado o executivo sobre o “atraso no lançamento do concurso” para a construção do Hospital do Seixal, no distrito de Setúbal, solicitando informações sobre o estado do processo.

“O próprio primeiro-ministro, numa iniciativa na península de Setúbal em junho de 2017, anunciou o desenvolvimento do processo de construção do Hospital no Seixal. Estamos em final de setembro de 2017, mas o concurso ainda não foi lançado, nem se conhece quando o será”, referem os deputados em comunicado.

No documento, o PCP salienta que é preciso “cumprir o compromisso assumido em 2009”, com a assinatura do acordo para a construção da unidade no concelho do Seixal: “É preciso dar cumprimento à resolução da Assembleia da República que recomenda ao Governo a construção do Hospital do Seixal e é preciso dar tradução concreta ao aprovado no Orçamento do Estado para 2017”, salienta.

Lusa

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